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Ufa, afinal...

por titi, em 12.02.15

A 10 de fevereiro a polémica em torno de Uma Thurman estava no topo de pesquisas dos portugueses, segundo o Google Trends. Terão sido poucos os meios de comunicação nacionais e internacionais que não falaram sobre o que parecia ser o “novo” rosto da musa de Tarantino. Tudo acontecera no dia antes, quando na passada segunda-feira à noite — na estreia da minissérie The Slap em Nova Iorque — Uma apareceu diante dos fotógrafos com feições dificilmente reconhecíveis. Depois de muita especulação, o veredicto final: era só maquilhagem. Parece difícil de acreditar, mas a suposta operação facial não passou disso, de um novo visual à base de sombras e blush. Quem o confirmou foi a própria atriz que apareceu em público esta quinta, numa entrevista ao programa norte-americano Today. “Acho que ninguém gostou da minha maquilhagem”, brincou Uma Thurman assim que foi confrontada pela apresentadora a propósito da polémica que ganhou vida própria. “Quer dizer, faço isto há anos e anos e anos, e as pessoas dizem coisas boas e coisas más”, continuou. Já antes o seu artista de maquilhagem tinha saído em defesa da atriz. Citado pela People, Troy Surratt mostrou-se surpreendido com a reação geral, com imprensa, fãs e médicos a especular sobre uma possível cirurgia plástica. “Honestamente, estou muito surpreendido. (…) Por esta altura, eu pensava que já todos sabíamos o papel que a maquilhagem tem no mundo da moda e em particular no das celebridades”. Na opinião do maquilhador, “as mulheres deveriam sentir-se abertas e livres de experimentar diferentes visuais de beleza — é só maquilhagem e, ao final do dia, ela sai”. A propósito disso, Inês Franco, a maquilhadora de eleição da apresentadora Cristina Ferreira , chegou a dizer ao Observador: “A maquilhagem é magia. Consegue transformar uma pessoa, tanto para o lado bom como para o lado mau. Consegue tornar os rostos mais magros e os narizes mais finos, além de os arrebitar”. Conclusão? “As maquilhadoras são a cara das pessoas”.

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Desconhecido nesta morada

por titi, em 12.02.15

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Depois de vários meses à procura deste livro em feiras, mercados de livros, no OLX, online, sem sucesso, comentei com o mariduncho que muito me arrependia de em tempos ter oferecido o meu exemplar a um amigo e ele, a achar que eu estava a gozar:

- Hã?! Mas o livro está ali na estante!

E estava. De facto, há alguns anos dei o meu a um amigo e comprei outro para mim logo depois. Mas esqueci-me completamente desse pormenor e, como o livro estava fora da ordem alfabética, não dei com ele. Que fixe tê-lo reencontrado cá em casa. Nas lojas não me safava porque a editora Gótica faliu e cadê exemplares à venda? Nadinha de nada, em parte nenhuma. Incompreensível a gestão das editoras,  distribuidoras e todas as partes envolvidas na comercialização de livros, que deixa desaparecer do mapa livros extraordinários como este. Um livro excelente para oferecer a leitores jovens. E a não jovens, a todos.

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Delícia

por titi, em 11.02.15

Já tenho. E se for tão bom como as Crónicas do Mal de Amor, temos horas de maravilhamento garantidas.

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Carnaval 2015 - estão abertas as hostilidades

por titi, em 11.02.15

Rico e Soldado (ou Rico e Private).

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Chegoooou

por titi, em 10.02.15

Anos depois de ter ouvido isto e após vários Natais e aniversários em que as pessoas a quem o pedi me ignoraram olimpicamente, eis que a Amazon mo mandou:

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Sugiro aos amigos deste blog que vão ao link acima ouvir a extraordinária história da vida da Paula Fox.

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Here we go again

por titi, em 10.02.15

Pelo menos 29 imigrantes morreram de hipotermia durante uma missão de resgate levada a cabo pela guarda costeira italiana ao largo da Líbia, refere o The Guardian. A informação foi transmitida ao jornal britânico pelo oficial de saúde da ilha italiana de Lampedusa. A missão, que teve início no domingo, tinha como objetivo resgatar cerca de 105 imigrantes que navegavam à deriva no Mar Mediterrânico, perto da costa líbia. O resgate, levado a cabo pelas autoridades italianas, foi feito em pequenos barcos de patrulha e sob condições extremas, com ondas que chegavam aos oito metros de altura e temperaturas abaixo de zero. Depois de resgatados, os imigrantes foram transportados para Lampedusa, de onde os pequenos barcos de patrulhamento tinham sido enviados. Devido às más condições climatéricas, os imigrantes foram obrigados a passar cerca de 18 horas no convés ao frio. Pelo menos 29 morreram de hipotermia durante a viagem, referiu a residente da câmara de Lampedusa, Giusi Nicolini, acrescentado que o número de vítimas pode ainda aumentar. Um dos barcos ainda não conseguiu chegar ao porto. Para Nicolini, a tragédia nunca teria acontecido se a missão de salvamento e busca italiana, Mare Nostrum, não tivesse sido cancelada. Na região, não existem atualmente navios de patrulha que sejam capazes de manter um grande número de imigrantes protegidos debaixo do convés. “A Mare Nostrum era uma solução de emergência para crises humanitárias”, explicou ao The Guardian. “Fechá-la foi um passo para trás”. Várias organizações de direitos humanos têm vindo a alertar para o perigo de fechar a Mare Nostrum, alertando que poderia por vidas em risco. “Os pequenos barcos de patrulha foram completamente engolidos pelas ondas durante o regresso. Se a Mare Nostrum ainda estivesse ativa, os imigrantes podiam ter-se abrigado debaixo do convés”, afirmou a presidente da câmara.

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Oh, não!

por titi, em 10.02.15

Mas porquê?

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Filosofia para acabar o dia

por titi, em 10.02.15

- Mãe, quando eu for grande, o mano ainda vai ser meu irmão?

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Ser adulto é uma treta

por titi, em 10.02.15

Há decisões tão difíceis de tomar. Se não, desgostamos uns, se sim, desgostamos outros.

Caraças, pá!

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A bela da telenovela

por titi, em 09.02.15

Um virote, o nosso fim-de-semana. Acabei-o tão cansada que, à inquirição do maridão sobre se queria ir eu ao cinema com a mana dele no domingo à noite, pensei, pensei e ... não quis. Foi ele e eu fiquei deitada no sofá. Valha-me Deus, coisas novas e importantes para ler até 4ª feira e eu a queimar o serão a ver esta grande bosta (porque prometi não ver isto sem ele):

O sábado foi dedicado ao encontro bi-anual dos alumni do infantário do António, onde o Vasco ainda anda. Enfim, não é bi-anual, nem é com os colegas todos, mas há um pequeno grupo de mães que se formou quando os nossos filhos lá andaram e damo-nos tão bem que gostamos imenso de marcar almoços e jantares seguidos (ou antecedidos) de uma passeio ou uma ida à praia. Ajuda bastante o facto de os miúdos se darem todos muito bem e ainda frequentarem juntos aulas de inglês no dito infantário, apesar de lá não andarem há mais de 2 anos. No caso do António, a coisa tem a agravante de se dar mega-bem (neste momento, lá em casa é tudo ''mega'') com o ex-colega Francisco com quem partilha um interesse profundo pela telenovela da SIC, Mar Salgado, e com quem marca jantares de sábado, ora em casa de um, ora na casa do outro, para verem o episódio juntos. Dá-se o caso de o Francisco saber muito mais daquilo do que o António, que só vê de vez em quando versus o outro que vê todos os dias, e de o meu filho chegar todas as 3as ávido ao inglês para sacar ao Francisco informações sobre o que aconteceu na novela. Trata-se de um caso flagrante de um feitiço que se vira contra o feiticeiro porque fui eu que aticei o interesse do nosso filho por um programa deste gabarito, como o mariduncho não se cansa de me esfregar nas ventas quando me queixo. Até aos 7 anos, o António pura e simplesmente não via televisão. Zero, niente, indiferença total. Era completamente incapaz de ver um filme, não conhecia nenhuma série, nada. Ah, que sorte, é muito melhor assim que o contrário, diziam as pessoas, mas a mim parecia-me meio estranho tamanho desinteresse e cheguei a pensar que talvez ele fosse surdo e não percebesse o que se passava no écrã. Quer dizer, ver um filme ou uma série fixe é uma actividade agradável e instrutiva para os miúdos, desde que doseada, não? Há alguns meses fez-se luz: ao meu filho, séries fantasiosas com super-heróis ou pessoas que voam, passam ao lado. Ele - como eu - é da fantasia realista, se se pode dizer assim, adora histórias de vidas verdadeiras ou que podiam ser verdadeiras. Nos livros que lê, nota-se a mesma tendência: não se interessa minimamente por Geronimos Stilton e ratos que falam mas adooooooooooooora as histórias das Gémeas no Colégio de Santa Clara (de que lemos um capítulo ao deitar) e mói-me o juízo com perguntas sobre o carácter das personagens. Assim, na minha batalha por despertar nele algum interesse pelo que se passa na televisão, resolvi apresentar-lhe a telenovela do momento. Achei que uma portuguesa era mais adequada que uma brasileira e lá fomos. Afinal de contas, desde pequena que passei momentos muito instrutivos e prazerosos a assistir a telenovelas*, não achei nada desadequado que o meu pequeno pudesse experimentar o mesmo. O papá concordou (sem saber que a actual novela da noite da SIC é bastante ... mmm ... má) e lá fomos. Claro que acertei: ao fim de meia dúzia de minutos do primeiro episódio que viu, notei-lhe no olhar uma acendalha de enorme interesse e, desde aí, tem sido um ''maravilhoso'' mundo novo a revelar-se ao miúdo. Além da história propriamente dita, interessa-se pelos actores, pelos cantores, pelos figurantes, pelos argumentistas e eu estou a começar a arrepender-me um bocado do meu plano, sobretudo quando o apanho nas bombas de gasolina a folhear aquelas revistas de formato A5 que só falam de telenovelas.

O que é que eu fiz?!

 

Bem, o assunto era o fim-de-semana. Ficará para depois.

 

 

* a última que me alegrou os serões foi esta.

 

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