Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Mãe poderosa

por titi, em 22.07.14

Ó pá, não é que ando a ouvir, muito interessada, os podcasts com as dicas da Mighty Mom?! Descontando a publicidade, o tom de voz enervante e americano ao limite, muita palha pelo meio, tenho extraído de lá meia dúzia de dicas bem interessantes. Nunca me tinha ocorrido, por exemplo, a possibilidade de uma sessão de cinema ao ar livre, no nosso pátio, para a miudagem. É só pedir o projector à sogra, levar o computador, meia dúzia de tacinhas com guloseimas e já está. Foi uma dica da Mighty Mom que, ''na vida real'', tem 8 (OITO) filhos.

Aqui fica o episódio sobre a organização de festas de anos para miúdos.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Embaraços parentais

por titi, em 21.07.14
- (durante o banho) Mãe, a Tia S. teve cancro?
- Sim, teve.
- Cancro da mama?
- Não, António, não foi da mama.
- Não?! Mas cancro é uma doença que acontece nas maminhas!
- Estás enganado, pode acontecer em qualquer parte do corpo.
- A sério? Dá-me exemplos..
- (já a meter os pés pelas mãos) Por exemplo, o avô Luís teve num sítio chamado próstata, euma parte do corpo que só os homens é que têm.
- (previsivelmente) Onde é que é?
- (à toa) Eeeeh, acho que é no meio das pernas mas não sei muito bem (é verdade).
- PAAAAI, pai, vem cá!
- Chiu não grites que o Vasco está a dormir! O pai está a arrumar a cozinha, o que é que lhe queres?
- Pedir-lhe para baixar as calças para eu ver a 'prósta'...

Dou um chupa-chupa a quem der pelo pormenor extraordinário contido nesta história. Dica: não é o momento olhem-só-como-a-nossa-família-é-tão-à-frente em que digo 'o pai está a arrumar a cozinha'.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Transformar o menos em mais

por titi, em 21.07.14

Já contei que fui abruptamente obrigada a cortar com as minhas 4 corridas semanais que tanta felicidade me davam? Não me apetece elaborar muito sobre as razões para tal, são de natureza ... mmm ... médica (lembram-se de ter contado que fiz uma ressonância magnética?) e mesmo que não quisesse seguir as recomendações do sôtôr, a mordida quase constante da dor a isso me obrigaria. Como é horrível sentirmo-nos reféns do corpo, determinei que esta questão vai passar a ser um não-assunto, pedi ao meu gentil marido e à amiga com quem às vezes durmo que nunca mais me perguntassem se estou bem (até porque a partir das quatro da tarde, raramente estou bem), quando estiver mesmo mesmo mal, eu dou sinal. Também decidi que, na impossibilidade de correr, passaria a andar pelo menos 1 hora seguida, em passo estugadíssimo, pelos mesmos sitíos onde antes corria. E não é que ando a descobrir que:

a) andar em passo acelerado durante 1 hora dá para ficar a suar em bica.

b) se se acelerar mesmo muito, as pernas até ficam a doer um bocadinho.

c) aqui pelas minhas bandas correm gajos giros como tudo e eu antes não os via.

d) o Miguel Araújo, dos Azeitonas, é alto como o raio.

e) o Marlon, vocalista do mesmo grupo e indíviduo que acho deveras enervante:

               e1) fica ridículo de bigode.

               e2) corre à menina.

f) não dá, de todo, a sensação ''i'm the king of the world'' da corrida, mas não é nada má, esta modalidade.

Também ganhei um respeiro ainda maior pelas pessoas que conheço que carregam problemas de saúde que lhes causam limitações constantes. Tenho duas amigas muito próximas que vivem há anos com uma doença que progride, causa dor aguda e limita e com as sequelas de uma problema muito grave e nunca, jamais, em tempo algum, lhes ouvi um queixume. A elas, ainda mais do que antes, a minha vénia.

 

Mantenho a esperança de, em vez de ser dominada, ser eu a dominar o bicho que me está sempre a ferrar. Vou começar a fazer massagens regulares e talvez experimente outras abordagens. Se nada resultar, engulo em seco e peço à amiga cujo nome não posso dizer, o contacto do bruxo que já a ajudou. Se ele me prescrever o mesmo tratamento que a ela, lá me despirei enquanto ele me esfrega com lama e reza, olha, mentalidade aberta, vamos lá.

     

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ainda aparecem coisas boas

por titi, em 18.07.14

Sou cada vez mais fã do Observador. O Explicador sobre os meandros do conflito Israelo-Palestiniano está impecavelmente bem escrito e é muito esclarecedor para quem, como eu, acha o que lá acontece uma meada sem a ponta do fio à vista.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Mesa de cabeceira

por titi, em 18.07.14

Como lá em casa somos 4 para um T2+1, o espaço para as minhas papeladas, livros, revistas e tralha em geral, escasseia. Não me queixo porque para tudo o que tenha a ver com trabalho disponho de um espaçoso, luminoso, fresco no Verão/quente no Inverno gabinete lá no serviço. Apesar de acamar muita coisa minha em várias gavetas e prateleiras na sala e no +1, é no conteúdo da minha mesa de cabeceira que gravita o essencial dos meus, mesmo meus, meus e só meus interesses, os que me acompanham desde a vida pré-filhos e que não se desvaneceram com a vinda das responsabilidades conjugais/maternais. Vou amontoando na mesa de cabeceira os livros em lista de espera e dá-me grande gozo contemplá-la e imaginar as delícias que as coisas lá estacionadas encerram. A quantidade de livros que lá há vai flutuando em função da altura do ano, mais vazia em vésperas de Natal ou dos meus anos, sem espaço para mais nos períodos imediatamente a seguir. Tenho a fantasia de um dia a esvaziar completamente mas duvido que tal venha a acontecer porque sou demasiado gananciosa e incapaz de ficar à espera para adquirir um livro sobre o qual leia um comentário no tom certo, feito pela pessoa certa. Já enfiei grandes barretes com esse critério mas tenho o discernimento suficientemente apurado para eles acontecerem cada vez menos. Sei quem são os recensores com quem me identifico e um grande lote de escritores a cuja família não pertenço, que não comproainda que sejam aclamadíssimos. Apesar de ter feito anos há pouco tempo, a dita mesa de cabeceira está bastante vazia, quer por uma data de gente este ano se ter inclinado para a roupa e adereços (e eu toda contente), quer por ainda não ter estado com uma ala de amigos/família que costuma brindar-me, precisamente, com livros. Amo a ideia de ter a mesa de cabeceira vazia e torço-me de satisfação quando enumero mentalmente a lista de desejos com que a preencherei à primeira oportunidade. Eis a mesa, eis a lista.

Dos que desejo, neste momento ocorrem-me estes, mas é só entrar numa livraria que a lista triplica.

Diário de Inverno - Paul Auster

Silêncio - Susan Cain

Os Factos - Philip Roth

Passagens - Teolinda Gersão

A Ilha dos Espíritos - Camilla Lakberg

Borrowed Finery - Paula Fox

Vidas de Raparigas e Mulheres - Alice Munro

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Já cá canta

por titi, em 17.07.14

O livro de que se fala.

Autoria e outros dados (tags, etc)

É oficial

por titi, em 17.07.14

A minha missão, até ao fim de Agosto, é escrever, só escrever, seis a oito horas por dia (excepto nas duas semanas em que vamos estar de férias). Infelizmente não serão as lindezas que produzo aqui para o estaminé, o aspecto do que vou escrevinhar tem mais a ver com isto:

Porreiro.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Operação mãos limpas

por titi, em 17.07.14

Hoje inaugurou-se uma nova era na relação de total de pendência que mantenho com o computador: os meus filhos descobriram que o écrã é táctil. Vai daí, vou ter de passar os dias a espaná-lo de dezenas de marcas de dedinhos gordurosos, pegajosos e sei lá mais que outros osos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Horror e milagre

por titi, em 15.07.14

Tanto paleio sobre o fim de semana mas há uma coisa que ainda não disse. O que vai ficar é a recordação deste vídeo de horror:

Autoria e outros dados (tags, etc)

Fim de semana a limpar a choupana #2

por titi, em 15.07.14

No domingo semi-madrugámos para rumar à Afurada, na outra margem do Douro, junto à foz, para participar numa caminhada/corrida. Foi belíssimo, é uma zona das redondezas que exploramos muito pouco e é linda. Sempre ao pé do rio, que às tantas passa a ser mar, com o Porto do outro lado. É muito giro (e um princípio muito instrutivo quando aplicado à vida em geral) ver o outro lado das coisas que temos como familiares. No retorno deu para os miúdos abancarem um bocado na praia a comer e enfiar areia em todos os interstícios do corpo. Eles chamam-lhe fazer construções.

O pior do fim de semana foi o facto de a minha sogra, que ia connosco, ter caído desamparada no meio do chão, ainda antes da partida. O António, que ia a dar-lhe a mão, ficou super aflito e ela também. Não partiu nada mas magoou-se em vários sítios e, sobretudo, ficou tristíssima com mais um confronto – têm sido vários, ultimamente - com a perda de domínio das situações que a idade acarreta. Já não houve caminhada para ela nem para o nosso marido/pai, que foi levá-la à ambulância que dava apoio à prova, onde foi muito bem tratada.

No fim da caminhada estávamos um bocado esbardalhados – pouco sono, o susto do início, muitas perguntas sobre o estado da avó – e fomos mas é para casa. Depois do almoço fui deitar o Vasco e, milagre dos milagres, dormi mais de 2 horas. Ele, nem 1 minuto.

Depois da sesta – minha – envergámos uns trapinhos decentes e fomos ao lanche do baptizado da nossa prima Teresinha, em casa de uns tios a quem muito queremos.

O fim do dia foi acelerado porque na 2ª o mini-pessoal da casa começava a praia com a escola, com uns horários que obrigam todos a madrugar. Às 9 da manhã já estão na praia a snifar o nevoeiro.

Para acabar o relato do fim de semana, digo que já não suportamos o cheiro a queijo que se sente na nossa cozinha, sobretudo quando lá entramos de manhã. Não pode ser a queijo mas parece mesmo e não sabemos de onde vem. Já desmontámos tudo, espreitámos para todos os lados, lavámos o balde do lixo e não sabemos a origem daquela porcaria. Irra.

 

Para o próximo fim de semana perspectiva-se coisa boa, desta vez em modo muita gente: 80 anos de um tio, com toda a gente lá, 40 anos de um amigo, com toda a gente (não a mesma) lá. Ui, ui.

Autoria e outros dados (tags, etc)



calendário

Julho 2014

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031


Arquivos

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D




Pesquisa

Pesquisar no Blog  

Who's among us?




Arquivos

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D