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O tempo, esse malvado que nunca estica

por Checa, em 16.05.14

Estou passada com as bloggers freelancers que vão postando fotografias suas de pés na areia demonstrando como são donas do seu tempo.

Eu sofro tanto TANTO com a gestão do meu tempo.

Passo o dia a fazer checked na minha lista mental de afazeres que nunca tem fim. É raro conseguir ir buscar os meus filhos à escola e não imaginam o quanto isso me deixa desgostosa. Acabo por saber o que se vai passando (o meu filho nunca me conta NADA) quando falo ao telefone com uma das mães com quem me dou relativamente bem "não sabes o que aconteceu esta semana?" e eu respondo, a medo, com aquele sentimento de culpa de mãe desnaturada "não, o que foi?".

Sou stressada com o cumprimento dos horários, pois sou (e acho que saio ao meu pai) e isso boicota-me qualquer tentativa de manter alguma tranquilidade em casa.

É por isto que pensei e pensei e pensei e tomei uma decisão: pedi aos recursos humanos do local onde trabalho para reduzir o horário em 2h/dia e claro que o ordenado será ajustado proporcionalmente. Estou em pulgas para saber o desfecho. Para já, sei que o meu chefe (porreiro!!) não se opôs (deve querer ver-me pelas costas).

Espero que, em breve, seja a minha vez de postar fotos de pezinhos na areia... e como são bonitos os meus pezinhos :-)

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Amor é ...

por titi, em 16.05.14
Estar a cair para o lado mas ainda encontrar energias para ver este vídeo e assim poder amanhã ajudar o António a concretizar um desejo.

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E ninguém faz nada?

por titi, em 14.05.14

Las Ninas por Rosa Montero, hoje no El País

"Las más de 250 niñas secuestradas en Nigeria desaparecieron el 14 de abril, o sea, hace un mes. Amnistía Internacional acaba de denunciar que el Ejército nigeriano fue advertido del secuestro y que no hizo nada. De hecho, en los primeros días apenas si se dio importancia a la noticia, porque las niñas no llevan petróleo en las tripas, ni diamantes, ni minas de uranio. Luego la cosa empezó a convertirse en un escándalo y los Gobiernos se han visto obligados a actuar. Las niñas fueron raptadas por ir a la escuela. Como Malala. Pero el tiro en la cabeza de Malala es un horror liviano comparado con el destino de estas chicas. Alguna que escapó ha dicho que las violan 15 veces al día y que si se resisten las degüellan. A estas alturas todas tendrán sida, por no hablar de las lesiones físicas y psíquicas, seguramente irreparables.

El miserable que las secuestró lo ha hecho porque podía, porque su entorno propicia y acepta esta violencia. En el norte musulmán de Nigeria la mujer no pinta nada y las niñas son vendidas como ovejas por elevadas dotes. Las secuestradas provenían de familias más abiertas (algunas cristianas), familias que se arriesgaban a enviarlas a la escuela. Al destrozar a sus niñas, están mandando un aviso a la población: todo lo que sea darle a la mujer más consideración que la que se da a una cabra será castigado. Por eso, porque esa violencia atroz forma parte de la violencia habitual, fue por lo que nadie se movió, aparte de los desesperados padres. No sólo hay que rescatar a las niñas ya, también hay que dar un castigo ejemplar a las alimañas que hacen esto y demostrar que no se puede mantener a media población en semejante nivel de abuso y sufrimiento. Me pregunto qué tara feroz, qué oscura patología arrastran algunos varones, para que ese odio delirante hacia la mujer se repita tanto a lo largo de la Historia."

 

daqui

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Do Pais de Quatro, sobre gajas boas

por titi, em 10.05.14

É raro não gostar de um post do Pais de Quatro mas este aqui foi dos melhores de sempre.

 

Um post só para gajos sobre gajas boas, onde se fala da nudez de Scarlett Johansson (mas também de monogamia)

por João Miguel Tavares, em 08.05.14

Hoje estreia-se em Portugal o novo filme de Jonathan Glazer, chamado Debaixo da Pele. É um momento alto para todos os gajos que gostam de cinema, pela razão mais profundamente cinéfila de todas: é a primeira vez que Scarlett Johansson aparece nua (tirando aquelas fotos sacadas do seu telemóvel que andaram a circular pela net).

 

 

Não podem imaginar a quantidade de anos que os cinéfilos aguardaram por este momento. Afinal, a Scarlett é a Scarlett, e não havia ninguém, desde os tempos do cinema clássico americano e do código Hays, a fazer tantos papéis insinuantes e sedutores que tirasse tão poucas vezes a roupa. Vai daí, algumas imagens do filme de Glazer (adivinhem quais) começaram, ainda antes de o filme ter estreado, a aparecer em sites de... eeerh.... jornais respeitáveis, que são obviamente os únicos que eu frequento, como, por exemplo, o Jornal do Brasil.

 

Ora, já devidamente documentado sobre o conteúdo do filme, estava eu a conversar com um amigo sobre o tema em apreço quando ele, para meu grande espanto, se mostrou profundamente desiludido com o que viu. "Tantos anos à espera disto e, afinal, ela tem um corpo perfeitamente banal." Já não me recordo se ele disse "banal" ou "normal". "Mais valia não se ter despido", acrescentou.

 

 

 

Poderíamos discutir aqui que o verdadeiro voyeur - como o é qualquer bom cinéfilo, diria eu (já referi de passagem esse tema neste meu post sobre as cortinas) - é movido pelo desejo simplesmente de ver e não necessariamente de gostar do que vê, mas isso seria longa conversa, que fica para outro dia.

 

O que me interessa aqui é recusar essa ideia de que o "banal" (ou o "normal") é desprovido de graça e, como tal, é preferível ficar escondido, camuflado, porque o cinema é território exclusivo do 86-60-86. No meu caso particular, isso não poderia estar mais longe da verdade. Nada, ou quase nada, tem mais graça do que a girl next door; e nada, ou quase nada, é tão erótico quanto o poder da transformação de uma mulher. Ou seja, a questão não está naquilo que ela é, mas naquilo em que ela se pode tornar - e quanto mais se consegue alargar essa distância, maior é a força do glamour e o poder de sedução. 

 

O que para mim é realmente fascinante - deve ser por isso que sou tão dado à monogamia - é ver esse poder de transformação numa mesma mulher; a capacidade de se multiplicar a si própria. Eu odeio o modelo Barbie, porque a Barbie é sempre a Barbie, mesmo que mude de roupa. A Scarlett tem muitas Scarletts dentro de si (o sacana do Hitchcock, talvez o maior badalhoco da história do cinema - no bom sentido da palavra -, topou tudo isto há muito, porque a minha argumentação, não sei se notaram, começou na Janela Indiscreta e agora está no Vertigo).

 

Eu reparei pela primeira vez a sério na Scarlett Johansson num filme de 2001 chamado Ghost World, excelente adaptação pelo Terry Zwigoff de um livro de BD que eu adoro, do Daniel Clowes. E o seu papel no filme estava muito longe de ser sedutor. Era, sobretudo, uma adolescente complicada. Scarlett, a verdadeira, tinha na altura 17 anos.

 

 

Não é que estejamos perante uma rapariga feia. Ela sempre foi bonita. Mas estamos, precisamente, perante uma rapariga normal, como pode ser comprovado por algumas das suas fotos antigas:

 

 

 Passar daquilo que podemos ver em cima para aquilo que podemos ver em baixo...

 

 

 

é passar do normal para o extraordinário. E essa passagem é uma construção, como é óbvio.

 

Ainda recentemente, no número de Março da Vanity Fair, dedicado, como habitualmente, a Hollywood, o fotógrafo Chuck Close fez vários retratos de estrelas do cinema e da televisão, supostamente sem maquilhagem (digo "supostamente" porque acho que não é verdade que todos eles estejam sem maquilhagem, e porque, de qualquer forma, a iluminação é a melhor maquilhagem que um actor ou uma actriz podem ter, e essa está bem presente). Scarlett Johansson estava no grupo dos fotografados, tal como Kate Winslet:

 

 

E lá está, voltam as pessoas normais, as girl ou women next door (Winslet, aliás, sempre foi para mim um extraordinário exemplo de enorme sedução dentro da absoluta normalidade física). E para o caso de, afinal, sempre haver para aí uma senhora a ler este post, tomem lá o Brad Pitt de borla, nessa mesma sessão:

 

 

Visto realmente de perto, e mais ou menos descomposto, ninguém é assim tão bonito. E os anos notam-se bastante mais.

 

O que o meu amigo me diz, quando finalmente vê a Scarlett nua, é que a tal construção não corresponde à realidade. E que, assim sendo, prefere ver só a construção, e dispensa bem a exibição de um corpo normal. Eu não posso estar mais em desacordo. A distância que vai da mais despida realidade àquilo que se costuma ver nas fotos produzidas ou nos seus filmes desperta em mim um outro tipo de entusiasmo - não o da perfeição, como é óbvio, mas o da metamorfose; essa capacidade que qualquer ser humano tem em parecer outro, continuando a ser o mesmo.

 

Porque é que isso é tão importante para mim? Voltamos à monogamia: quando se ama alguém é possível que o outro nos vá aparecendo renovado. Eis uma pergunta recorrente de solteiros e divorciados: como manter o erotismo aceso em relações que se prolongam tanto no tempo e onde os corpos já parecem ter sido tão explorados? Resposta (minha): porque há, de facto, um poder de transformação feminino capaz de nos acelerar a circulação hormonal com gestos muito simples. Pode ser uma nova maquilhagem, uma nova saia, uns novos óculos, um novo corte de cabelo, ou simplesmente um novo pijama. Sim, um pijama, que até pode ser de flanela, ter malmequeres e ser altamente foleiro - só que é novo, é inesperado, é surpreendente e, por isso, naquele momento, é bom.

 

Quando o meu amigo vê a Scarlett nua, fica muito triste por ela não ser tão bonita quanto imaginava. Mas nenhum de nós vai dormir com a Scarlett Johansson. Por isso, quando a vejo nua e ela não é tão perfeita quanto eu a imaginava, fico contentíssimo: significa que uma alta percentagem da Scarlett é produção, e não natureza. E isso é óptimo, porque quanto à natureza não podemos fazer nada, mas quanto à produção podemos fazer alguma coisa. Nua, a Scarlett aproxima-se de nós e nós dela, e compreendemos, de alguma forma, que os nossos objectos de desejo não são tão longínquos quanto pensávamos. E isso é bom.

 

Pronto, era só isto que eu queria dizer. E posso garantir-vos que esta é a argumentação mais rebuscada que alguma vez produzi só para justificar o prazer de ver uma gaja nua.

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A emoção da festa

por titi, em 10.05.14
Hoje à tarde temos cá em casa a festa de anos do António, parte II, versão para a família (antecedida, no fim de semana passado, da festa I, para os avós e tios, e da festa II, o bolo na escola). Está é a parte mais excitante para ele, está que nem pode de emoção, vai ter cá as tias, os primos, a OM! Ui, ui, que fartote...
Está de tal maneira que há bocado, ainda não eram 8.30h, chamou-me, olhou para mim todo estremunhado e perguntou do alto do beliche "já começou a chegar gente?"

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Graxa

por titi, em 09.05.14

O meu home ficou com um ar babado quando leu este post. Pode ser que agora prescinda de ver os Pixies e vá antes comigo ver o Caetano no Optimus Primavera Sound.

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Problema de articulação

por titi, em 09.05.14

Hoje ofereci boleia a um senhor de idade que mora na minha rua. Passa diante das nossas janelas várias vezes por dia, às vezes sozinho, outras com a mulher, muitas vezes à conversa com gente dali. Eu, a meter a tralha no carro quando ele passou e me cumprimentou, perguntei se queria que o levasse a algum sítio. Que sim, muito obrigado, ia para a Rotunda da Boavista, esquina com a Avenida de França.
Lá fomos. Fiquei a saber que tem 85 anos, nasceu na Rua 5 de Outubro, mora lá na rua há 40 e tem duas irmãs mais novas. Uma mora lá perto, ao pé da ...

E aqui a conversa encalhou. O senhor puxava, puxava pela cabeça e não lhe saia a referência que me queria dar sobre a vizinhança da irmã. E assim fomos durante metade da Avenida, com o senhor a tentar e a memória a não deixar. Quando estava quase a sair do carro, conseguiu. Foi triste e embaraçoso.

 

Lembrou-me o dia, para aí há um ano, em que eu própria deixei de saber a palavra para o objecto que temos pousado atrás da sanita e que se usa para a limpar em situações limite. Foi horrível e não teve nada a ver com não reconhecer o objecto, não saber o que era, nem foi bem ter-me esquecido do nome. Simplesmente puxava, puxava mas parecia que uma conexão qualquer entre partes do meu cérebro com funções diferentes se tinha perdido. Pedri a capacidade de associar a palavra ao objecto que reconhecia perfeitamente. Ao fim de dez minutos de desespero e de ter usado sem sucesso aquelas estratégias a que se recorre quando nos esquecemos daquilo em que pensávamos um segundo antes, fui à net, escrevi ''escova limpeza retrete'' no google e, finalmente, consegui articular a palavra: piaçaba.

 

Depois disto mantive-me alerta, pronta para marcar consulta com o melhor neurologista do norte, a ver se situações destas se repetiam mas, até hoje, nada. Já arrumei o assunto para trás mas posso garantir-vos que foram momentos imensamente angustiantes, aqueles em que o meu cérebro parou de dar resposta. Será assim que se sente uma pessoa de 85 anos?

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Uma coisa porreira

por titi, em 06.05.14

Olhar para um gajo na rua. Olhar outra vez. Pensar ''não me importava de conhecer este tipo''. Pensar a seguir ''Espera lá, já o conheço! Até casei com ele há uns anos...''

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Olhar para aquilo

por titi, em 06.05.14

Ferreira Fernandes Ferreira Fernandes

Se aproveitarmos a boleia do sucesso planetário de Joana Vasconcelos temos três anos para não chegar vergonhosamente à arte moderna com um século de atraso (já vou ao porquê de 1917). Depois do cacilheiro em Veneza e das exposições em Versalhes e no Palácio da Ajuda, já estamos um pouco convencidos. Nada como o gosto global dos outros para moldar o nosso. Tal como os peitorais de Cristiano Ronaldo trouxeram tantas portuguesas para o futebol, os restantes portugueses vão ficar, com Joana Vasconcelos, clien­tes da arte e daquilo que não entendem.

É tempo, pois, de acabar com as velhas piadas sobre a arte moderna. Sim, um negociante de quadros pode continuar engatar um cliente, assim: «E aqui está, meu caro dr. Fulano, um Paul Klee! Num Klee, você encontra tudo que você procura na arte moderna: crescimento rápido do capital, segurança a longo prazo e uma liquidez notável.» Sim, nunca entenderemos porque é que aquilo vale tanto dinheiro, mas só de pensarmos nisso, porque vale tanto?, já estamos a meio caminho para o fascínio. É altura de fazer um esforço para entender mais.

Em 2009, Will Gompertz foi ao Edimburgo Fringe Festival como artista de stand-up comedy. Na verdade, ele só aproveitou a técnica do género – subir a um palco e fazer humor, de pé e sem mais – para falar de forma imprevista e viva do que sabe. Editor de arte moderna na BBC, assinando regularmente nos jornais ingleses The Times e Guardian, e diretor, durante sete anos, na Tate Gallery, em Londres, Gompertz falou da razão que leva a cama por fazer de Tracey Emin (artista inglesa, nascida em 1953) a ser uma obra de arte e a sua cama desfeita, leitor, não ser.

E lembrou ainda que, pouco a pouco, o mundo vai-se entra­nhando dessa estranheza que é arte não tão bem pintadinha como a frontaria do Palácio dos Doges, de Veneza, pintada por Canaletto. Em 1972, a Tate Gallery comprou uma escultura chamada Equivalent VIII, do americano Carl Andre. Eram 120 tijolos sobre­postos num retângulo de duas camadas, e só. Foi um escândalo. Ora, trinta anos depois, a mesma galera comprou uma folha de papel onde o artista eslovaco Roman Ondák explicava uma perfo­rmance artística: um grupo de atores devia fazer uma fila e pôr-se com cara de quem espera. A fila fez-se, o que levava as pessoas que passavam a integrar-se nela ou a andarem por ali, intrigadas. Mas a performance de Ondák já não levou a nenhum espanto…

As boas gargalhadas que recebeu no festival de Edimburgo levaram Will Gompertz a publicar o livro What Are You Looking At? (Para o Que Está a Olhar?), dando de barato o essencial: agora, você já está a olhar… E é assim que ele nos leva ao dia inicial da revolução da arte moderna, 2 de Abril de 1917. O francês Marcel Duchamp (1887-1968) atravessa uma cidade fantástica e vital, Nova Iorque, e entra no nº 118 da Quinta Avenida, loja de artigos sanitários, a JL Mott Iron Works.

Aí, Duchamp compra um urinol de louça e leva-o para o estú­dio. Vira-o ao contrário, e assina-o, a tinta preta, com pseudónimo e data: «R. Mutt 1917». Mutt para sugerir o nome da loja e esconder o seu próprio nome, porque ele quer mandar a obra para o concurso da Society of Independents Artists, do qual ele é um dos promotores. O nome que Duchamp dá à obra, Fountain, fonte, é pro­vocador, porque o urinol, no lado prático, não dá líquidos, recebe – é, pois, de arte que se fala, não de lados práticos. A simples inver­são do objeto também o transforma, com a parte bojuda para baixo, num corpo de mulher, o que num utilitário para homens dá azo às interpretações que se quiser. A obra acabará por não ser aceite (os outros diretores opuseram-se) mas é fotografada. O urinol original nunca será exposto e perde-se. Mas a foto guarda a ideia da Fountain e há 15 cópias que se passeiam pelo mundo. Quando assim é, as pessoas andam à volta dele, pensativas sobre o significado. O que leva Gompertz a gritar: «É um urinol! E nem sequer é o original. Arte é uma ideia, não o objeto.» Não sei se vos ajudei a entrar no mundo fascinante da arte moderna.

[Publicado originalmente na edição de 4 de maio de 2014]

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O arruaceiro da turma

por titi, em 05.05.14

- Mãe, eu tive boas notas no Inglês?
- Sim, tiveste..
- Tive muitos Bom?
- Não, tiveste tudo Muito Bom.
- Ah, pensava que ia ter Bom porque uma vez dei um arroto na aula.

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