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Está tudo doido!!

por Checa, em 05.07.13

No Público de hoje:

Especialistas de ética defendem que os britânicos devem poder escolher o sexo dos seus filhos.

Um relatório agora publicado por um grupo de peritos britânicos conclui que seria ético disponibilizar, pelo menos no Reino Unido, as técnicas de diagnóstico pré-implantação aos casais que preferem ter um bebé de um dado sexo.

O relatório, intitulado Eugénica e ética da reprodução selectiva, encontra-se disponível no site da Universidade de Keele.

Actualmente, as técnicas de diagnóstico pré-implantação são legais apenas para impedir o nascimento de crianças susceptíveis de sofrerem de doenças hereditárias ligadas ao sexo.

“Analisámos a ética das preferências de género e das técnicas de escolha do sexo no contexto britânico e não encontrámos razões para prever consequências danosas nem para as futuras crianças, nem para a sociedade em geral, se estas técnicas forem disponibilizadas por razões ‘sociais’ no quadro regulamentado do nosso sector do tratamento da infertilidade”, disse Stephen Wilkinson, professor de Bioética da Universidade de Lancaster e autor principal do relatório, citado em comunicado da Universidade de Keele.

Em particular, os autores concluem que o facto de permitir a selecção do sexo dos filhos não conduziria, naquele país, a um desequilíbrio entre os sexos na população. Por outro lado, constatam que o sexismo não é inerente à escolha do sexo dos filhos – e que, mesmo isso se verifique em certos casos, não representa riscos suficientes para as futuras crianças que justifiquem a proibição da prática. E, muitas vezes, o que os pais desejam é ter filhos dos dois sexos.

Contudo, os peritos não acham que o recurso a estas técnicas disponíveis por razões não médicas deva ser paga pelos contribuintes. Mas fazem notar que muitos britânicos com meios financeiros suficientes já estão a recorrer a elas além-fronteiras – e que os eventuais riscos para a saúde futura das crianças assim geradas poderiam ser minimizados, se esses casais pudessem usufruir dos mesmos tratamentos e do devido acompanhamento médico “em casa”.

“Dado que as técnicas de procriação medicamente assistidas e outras permitem hoje concretizar estas preferências, muitas vezes imperiosas, é importante perguntarmo-nos por que é que o facto de desejar um rapaz ou uma rapariga seria tão errado que justificaria vedar aos pais a possibilidade de o fazerem cá”, salienta Wilkinson. 

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Amizade no trabalho

por titi, em 04.07.13

Vocês sabem como é bom partilhar o local de trabalho com amigos? Não é colegas - que são muitos bons -, é amigos mesmo. Um almoço na cantina ser um momento de descontracção e risota, um jantar em dias em que não durmo em casa, ser um momento de partilha e de converseta da melhor, um passeio a pé, uma boleia, um favor feito ou recebido, uma visita ao gabinete de outrém, a visita dos meus filhos sempre acolhidos com tanto carinho que o António, que lá foi esta semana, referiu-se repetidas vezes à ''nossa escola'' e ao ''nosso gabinete'' e identificava pelo nome  nos corredores os alunos que conheceu e amou cada minuto da estadia.

Uma benção, é o que é.

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A vertigem dos dias

por titi, em 04.07.13

O meu dia de ontem, não sendo comparável ao da Samicas na profusão de acontecimentos, foi deveras emocionante: SETE horinhas passadas dentro de caminetas manhosas deram para acabar este delírio de livro:

Caraças, que maravilha! Uma das minhas escritoras preferidas cita outro escritor de que não me lembro e diz que o papel dos livros nas vidas das pessoas é ''to instruct and to delight''. Oh, como é! À conta deste empolgante livro, sete sufocantes horas tornaram-se absolutamente delightful.

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Um dia recheado

por samicas, em 03.07.13

Ontem tive um dia estranho pois aconteceram várias coisas, boas e más, demasiadas para um dia de semana que deveria ser igual a qualquer outro...

1º - logo pela manhã, a mover uma divisória lá no trabalho (que faz de porta!), coisa que faço dezenas de vezes por dia, medi mal a distância entre ela e o armário... E pimba! Entalei o dedo do meio e de seguida senti uma dor horrível. Fui directa à casa-de-banho pôr água fria (na falta de gelo). A dor intensificou e comecei a ver o roxo a aparecer!!! Claro que, maricas como sou neste tipo de situações, a minha tensão começou a descer e as cores da cara a irem-se embora. Fui directa à minha secretária, deitei-me no chão e pus as pernas em cima de uma cadeira (procedimento comum!!!). Fui imediatamente alvo de chacota e de gozo por parte dos meus colegas (o que também é normal)... Lá fiquei melhor. O dedo continua roxo mas hoje doi-me menos... Espero que não haja consequências para a unha!!!

2º - Fui ver as notas da minha filha B.: teve seis "5" (em dez disciplinas)!!! Subiu bastante as notas graças a muito empenho e muito esforço a melhorar o comportamento nas aulas. Senti-me a mãe mais orgulhosa do mundo... Ela merece! Só faltam as notas dos exames...

3º - Fui com eles à consulta de rotina do dentista. A médica deu-me os parabéns pelos dentes deles e pela sua higiene! Voltam daqui a seis meses e continuo sem gastar um tostão, o que é maravilhoso. Ainda bem que saem ao pai pois a minha boca é uma verdadeira lástima!

4º - Chego a casa e ligo a TV para ver as notícias (o que não é de todo habitual) para ver o que se irá passar no país depois da demissão do Paulo Portas... Uma verdadeira tragédia aquilo que se está a passar no nosso pais... O que vai ser de nós? Que futuro nos espera? Sai o Passos Coelho e quem o substitui? Que vergonha tudo isto, estes comportamentos que se repetem sempre, que pouco digno... Claro que fiquei de mau humor (até o dedo começou a doer mais).

5º - Começamos a sentir um cheiro horrível cá em casa. Detecto que é da casa-de-banho do piso de baixo. Descubro uma pequena inundação. O cheiro é nauseabundo... Resultado: entupiu a caixa de esgoto, no jardim!!! Um horror!!! O que me vale é o marido fantástico que tenho... Mãos à obra! Mais de uma hora levou ele para resolver o problema, sempre envolvidos naquele fedor... Estes problemas domésticos deixam-me de rastos...

6º - Com o calor que se fez sentir nos últimos dias, o nosso aquário ficou rapidamente a precisar de limpeza (não temos motor). Devíamos ter feito a limpeza no fim-de-semana mas fomos adiando até que ontem eu me apercebi que era urgente mudar a água. Atécomentei com os meus filhos que os dois peixes estavam com dificuldades respiratórias... No entanto, depois dos acontecimentos do dia, fiquei sem energia para áquela hora ir lavar o aquário. Adiei mais um dia essa tarefa mas nunca deixei de ir olhando para os peixes de vez em quando. Quando me ía deitar, já tarde, olho para o aquário e o que vejo? Dois peixes a boiar, de barriga para o ar!!!! Percebi que tinham acabado de morrer... Como percebi que tinha sido há pouco tempo, pus na cabeça que se calhar ainda os conseguia salvar... Podiam apenas estar moribundos! Que peso na consciência... Fui a correr buscar uma taça com água limpa e mudei-os... Qual não é o meu espanto quandoum deles começa a dar à cauda e arrebita!!! O outro, nada... nem sinal... Quase à uma da manhã fui para o jardim lavar o aquário e enche-lo com água limpa. Mudei o peixe vivo e resolvi mudar também o peixe que continuava morto... Tentei reanimá-lo, mas ele só boiava... Era demasiado tarde para funerais e o dia não tinha sido fácil! Não o ía deitar pela sanita pois é muito pouco digno... Ali o deixei para hoje, logo pela manhã, fazer o enterro com os meus filhos. Deitei-me cansada e a sentir-me uma péssima "dona"... Quando de manhã o despertador tocou fui logo ver o aquário e... qual não é o meu espanto, o peixe morto tinha ressuscitado!!! Fiquei tão contente... Eu sei que é só um peixe mas, ser eu a culpada da sua morte, não me deixaria tranquila... Ainda bem que não desisti e que não os abandonei!!!

 

Hoje, foi um dia normal!!! Não houve trabalhos domésticos e não liguei as notícias...

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Estarei a criar um monstro?

por Checa, em 01.07.13

O meu filho mais pequeno, agora com 1 ano, anda na fase de adaptação a comida de gente grande. Feita com algumas particularidades, sem sal, os alimentos são partidos aos bocadinhos e sem necessidade de recorrer à varinha mágica.

Tem-se revelado um bom garfo (ou no caso dele, uma boa colher) e adora o segundo prato que ingere com agrado a rapidez.

Mas serve o intróito para contar um episódio que se passou este fim-de-semana e que nos deixou a rir à gargalhada. Mamãe fez um maravilhoso cozido à portuguesa. Pequeno Lourenço almoçou antes dos restantes: sopa de bróculos, amostra de cozido em quantidade considerável e melancia de sobremesa.

Pois que a criatura, sentada na cadeirinha ao nosso lado, depois da barriga bem forrada, vê um prato a passar à sua frente e imediatamente projecta a chupeta no ar, na expectativa de que o prato fosse para ele.

 

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Adoro

por Checa, em 01.07.13

aqui tinha contado a minha paranoia por mapas.

Pois bem, estou absolutamente apaixonada por este.

É exemplar único :-(

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