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Adenda

por titi, em 24.07.13

Ah, e o pai chegou bem, já me esquecia de dizer.

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Lembram-se da garrafa-mealheiro?

por titi, em 24.07.13

Em Março escrevi este post, hoje as moedas amealhadas sem darmos conta foram convertidas nisto:

É verdade que foi comprado em Singapura por muito menos do que custaria cá e que a garrafa neste estado

e ao fim de quase cinco meses não chegava aos quatrocentos euros, muito longe dos mil que o meu amigo Adriano (que me deu esta ideia de acumular moedas de 1 e 2 euros) juntou em seis meses e depois converteu num Toshiba Portegé com processador i7 (!) mas, olhem, era para um iPad novo e o iPad novo já cá canta. Além de ter sido uma experiência altamente educativa para todos cá em casa, esta de ver os tostões a acumularem-se numa garrafa transparente (a transparência foi reprovada pela Samicas). Pelo menos, foi educativa para mim que de todos cá de casa sou quem mais precisa de aprender a adiar a recompensa, como se diz em linguagem de psi. Também sou eu que como mais chocolates da caixa das barrinhas dos meus filhos, não eles. E sou quem mais gelados devora. E quem mais se lamenta por ter de usar protector solar. Talvez seja adequado inscrever-me no jardim de infância para o próximo ano, com sorte fico na salinha do Vasco.

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Fim-de-semana em grande!

por samicas, em 24.07.13

Ultimamente tenho tido óptimos fins-de-semana, com programas do melhor. Este conseguiu superar todos...

Na 6ª feira, tive um agradável jantar com colegas/amigos do trabalho (grande feijoada!) e de seguida fomos conhecer um pub novo aqui em Sintra - a "Casa do Fauno". Muito bom, tanto pelo ambiente como pelo tema que está por trás deste projecto: esoterismo, artes mágicas, druidas, etc. A casa é linda, tem uma loja dedicada ao assunto muito engraçada, oferece bebidas originais e em conta, tem uma boa decoração e as pessoas "diferentes" que por ali andam ajudam! Fazem caminhadas nocturnas (uma delas é com o tema "Sintra Assombrada" e vou inscrever-me) e tem também um hostel dentro da quinta... Quem dera houvesse mais projectos destes em Sintra!

 

No Sábado, logo pela manhã, fui fazer o meu workshop de macarons. Simplesmente adorei! É um doce à minha maneira e estou desejosa de os começar a fazer. São deliciosos e tenho a certeza que vão ser um sucesso!

 

Ao fim da tarde, depois de levar e buscar cada um dos meus filhos às suas festas, lá fomos para a inauguração do novo hostel de uns amigos nossos - Nice Way Cascais! O Hostel está instalado numa casa linda, no centro de Cascais e tem uma decoração muito engraçada... Foi uma noite espectacular: porco a rodar, muita bebida e música ao vivo... Diverti-me imenso, muita animação e muita risota... A família foi toda para a cama já passava das 2h!!!

 

No Domingo, o mega pic-nic anual! Primeiro, ida ao Modelo para algumas compras, depois directos ao Parque Desportivo de Mafra.

Foi um dia em cheio, como sempre... O grupo, depois de casados e com filhos, já vai em 23 personagens! Neste evento há de tudo: mantas aos montes, tacho com arroz, melão e melancia, frapé e percebes, cachorros, couscous, chouriço assado, etc., etc.... Há futebol, revistas com o jet-set e Marco Paulo!!! Uma grande futebolada, claro, entre pais e filhos... Acabou com várias mazelas! Barrigada de riso... Há crianças para todos os gostos, dos 0 aos 12 anos... Adoram estar juntos e brincam todo o dia... Há lanche e mesmo assim sobra sempre comida... Às 20h achámos que era cedo para acabar o dia e, estava decidido: todos comer pregos para a Terrugem! Chegamos a casa às 22:30, de rastos, mas  de coração cheio. Estes dias fazem-nos perceber que a vida pode ser muito boa... E ter amigos, faz a diferença!

Estes fins-de-semana de arromba têm um problema: começo a semana de rastos!!! 

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A DEMOcracia dá para estas coisas

por titi, em 24.07.13

Que capa maravilhosa!

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Ansiedade aos 7 anos.

por Checa, em 23.07.13

"Francisco, queres ir com a mãe ou com o pai ao cinema?"

(o preterido ficou com o mais novo em casa)

"Com a mãe, porque o pai come as pipocas todas!"

 

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Cadernos da FS

por titi, em 23.07.13

Um excerto do segundo caderno de memórias da irmã mais velha da minha mãe que tem 85 anos, um intelecto aguçado e uma data de cadernos manuscritos com as memórias da sua já longa vida com cuja partilha nos honra. Uma das nossas primas, a única da família que consegue decifrar a letra ... indecifrável da Ita, está a transcrevê-los para o Word, eu e a autora lemos e assinalamos as inevitáveis gralhas, as gralhas são corrigidas, os volumes impressos, encadernados e um exemplar de cada  será oferecido a cada um dos quatro irmãos. As dezenas de sobrinhos farão as suas próprias cópias. O bocadinho que aqui incluo faz parte de um parágrafo dedicado à nossa mãe, a segunda mais nova do lote.

Uma pérola, o que estes diários são, uma riqueza para nós e para os nossos filhos. Já li dois, anseio pelos que se seguem.

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Fim de semana, alegre fim de semana

por titi, em 22.07.13

Lá se passou o último fim de semana com o pai fora sem dissabores (o dissabor que poderia ter acontecido era eu enlouquecer mas não aconteceu, pelo menos não mais que o normal) e com grande alegria dos pequenos. Minha também. Tinha prometido ao António uma recompensa à escolha dele - sabendo perfeitamente qual seria a opção - pela coragem que demonstrou na 5ª feira ao concordar em deixar o beliche de baixo e mudar-se para o de cima, a conselho do alergologista até ver maravilhoso que consultámos, apesar de lhe custar instalar-se lá por ainda ter alguma dificuldade em descer* (Pai, estamos à tua espera para resolver esta questão. E para o ensinares a andar de bicicleta sem rodinhas. E a mergulhar.).

O presente escolhido: andar de autocarro. Surpreendente. Eu, que nem sempre sou burra, congeminei a coisa e o programa de sábado de manhã, foi assim: parte da manhã a arrastarem-se pela casa em pijama (o pormenor do pijama é extremamente importante para eles), pelas onze e meia, fomos para a paragem do autocarro. Saímos na Boavista/Bom Sucesso e já lá estavam as gémeas à nossa espera, levadas pelo seu pai que rapidamente foi escorraçado para ficarmos só os cinco**. Em grandes manifestações de amizade entre todos, fizemos uma votação para decidir se almoçávamos no McDonalds ou nas massas, McDonalds 5 - massas 0. Todos almoçaram (almoçámos) muito bem, eles vaidosíssimos numa mesa para quatro, eu sozinha numa ao lado. Por acaso, acho que quando vão ao McDonalds não comem mal de todo, sopa, batatas pequenas que ficam sempre a meio, água, hamburguer sem pão ou douradinhos (mau), tiras de maçã. Dá para minimizar o estrago. Depois do almoço, fomos conhecer o novo Mercado do Bom Sucesso, aos meus olhos sem grande interesse mas a despertar-me a nostagia de outros afins que conheci em outras belas cidades. Gelados comidos, todos para a paragem para a extraordinária aventura de embarcar num autocarro com as primas. Sempre a falar, sempre a falar, sempre a falar. Chegados a casa, era hora de deitar o Vasco que caiu redondo. Comigo ao lado. Acordei quase duas horas depois toda amarfanhada, fui saber dos outros três e lá estavam eles, contentes da vida a jogar Monopólio e a brincar à cozinhas. Novidade muito agradável para mim que tenho dois filhos que não passam trinta segundos sem me solicitar. Lanche para todos, partida para a casa das primas. Ainda deu para um agradabilíssimo fim de tarde de primos (adultos) antes da recolha ao lar. Banhos, alguma brincadeira e cama para eles. Alguns gritos, sogra a chegar para tomar conta dos meninos adormecidos e eu ... ála para a festa dos quarenta anos de uma querida amiga. Não voltei tarde porque não gosto que a avó volte para casa sozinha a desoras mas foi óptimo. Os meus filhos foram convidados mas não souberam, que a ideia de umas horas entre amigos com um filho sempre a querer mostrar-me coisas e outro abraçado à minha perna ... não.

O domingo não começou da melhor maneira, com o António a queixar-se de dores de cabeça, eu a meter-lhe o termómetro de ouvido que só me baralha e a achar que tinha febre, a ligar à minha sogra a dizer que ficava com ele em casa e que só o Vasco iria almoçar a casa dela se o pudessem ir buscar (foram), a ficar umas horas sozinha com o António que depois do Benuron estava melhor e a irmos os dois até à casa da avó e depois todos lanchar a casa da Tia Guida que os meus filhos amam e de cuja casa não queriam já perto das sete da tarde (portanto, à hora de jantar nas vésperas de praia com a escola). Mais um belo dia para a colecção.

Foi interessante perceber que um dos highlights do fim de semana do António foi o facto de a mãe ter tomado conta de QUATRO crianças sozinha. Contou às tias no domingo, à educadora à chegada à escola, à avó ao telefone, à empregada que o foi buscar. O que ele não sabe é que é muito mais fácil cuidar de quatro quando duas são as gémeas do que dos dois do costume.

Hoje, depois de sobreviver a quarenta minutos de actividades domésticas (vestir, arranjar pequenos-almoços e lanches da escola, verificar mochilas da praia) a arrastar pela casa  uma criança abraçada à minha perna e deixar os jovens na escola às oito da manhã fiz-me esperta e fui correr. Nos últimos dois meses andei demasiado exausta até para fazer o que me dá tanto prazer, tenho endrominado muito o esquema e estou longe de conseguir correr os 5km (que pobreza de meta, quem me viu e quem me vê) mas esta manhã soube-me pela vida. O frio das manhãs de Verão ao pé do mar do Porto é mítico. Diferente do frio da tarde porque de manhã não há nortada.

 

O que é que eu hei-de contar quando falo ao telefone com a Kika ou a Fungaga e elas me perguntam o que é que tenho para contar? Isto?! A minha vida extra-trabalho é isto. Não me queixo.

 

* Quando se trata de conquistas difíceis, compro vergonhosamente os meus filhos. Uma cruz no calendário por cada dia em que se vestia sozinho, ao fim de 20, um presente. Um Smartie para o Vasco de cada vez que pede para fazer cocó na sanita.

 

** E eu tenho de admitir que os olhares de admiração que quase todas as pessoas nos deitavam me deixaram satisfeita, a imaginar como seria se fosse sempre assim, eu com quatro incluindo-se no lote duas gémeas iguais. Não sei como seria se fosse sempre assim, mas sei com certeza absoluta que numa tarde com as priminhas descanso mil vezes mais do que se estivesse só com os meus dois.

    

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As extraordinárias contradições da natureza humana

por titi, em 22.07.13

Podem uma grande generosidade e o mais descomedido egoísmo coexistir na mesma pessoa?

Resposta: Podem, ó se podem!

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João Miguel Tavares (sobre Portugal)

por titi, em 19.07.13

Aqui.


Os portugueses “são excessivamente sentimentais, com horror à disciplina, individualistas, talvez sem dar por isso, falhos de espírito de continuidade e de tenacidade na acção”. Salazar, 1938. Continuamos a ser assim?

Se admitirmos que faz sentido falar de uma coisa tão abstracta como "os portugueses", diria que a descrição não está mal. Aliás, para se chegar a ditador e ficar lá tanto tempo tem de se compreender bem a psique de um país. A parte de “falhos de espírito de continuidade e de tenacidade na acção” pode hoje em dia ser corroborada por vários estudos económicos. A nossa falta de produtividade é exactamente isso. Não é não trabalhar (as pessoas trabalham imenso), mas trabalhar mal e concretizar pouco. No país como no futebol, nunca abundaram os pontas-de-lança. Somos muito brinca na areia.

 

Discorda de algum traço mencionado?

Tenho problemas com a palavra “individualista”. Não a usaria para nos caracterizar como povo. Somos profundamente comunitários, a família tem muita força, achamos que o Estado é o papá de todos nós e metemos cunhas em barda. De individualismo, isto não tem nada.

 

Cresceu em democracia. Tem uma boa definição para democracia?

A clássica definição churchilliana – “a democracia é o pior dos sistemas com excepção de todos os outros que já foram tentados” – parece-me bastante exacta. A democracia, como infelizmente temos vindo a perceber desde 1974, nem sempre é capaz de promover a competência. Mas tem uma qualidade inestimável: é excelente a remover a incompetência. A democracia portuguesa raramente me permitiu eleger um bom primeiro-ministro, mas permitiu-me muitas vezes correr de lá (às vezes demasiado tarde, é certo) com os maus.  E isso não tem preço.

 

A democracia é de equilíbrio periclitante em tempo de crise?

Depende dos países e das épocas. No Portugal de 2012, quero acreditar que não. Mas para haver uma democracia saudável é preciso muito mais do que o voto universal. Há questões com a da liberdade de expressão e a liberdade de imprensa, a separação de poderes e o chamado sistema de pesos e contrapesos que devem ser permanentemente avaliados. E nesse aspecto, nós não só temos ainda um longo caminho de aperfeiçoamento, como me atrevo a dizer que, se calhar, há 15 ou 20 anos, já fomos mais democráticos do que somos hoje em dia.

 

Os números não nos deixam ficar bem quando olhados de fora. O que é que diria a nosso favor?

Que somos bons quando encostados à parede. Que à beira do abismo não costumamos seguir a opção grega – que é saltar. Que nos anos 70 conseguimos o milagre de acolher entre meio milhão e um milhão de retornados das ex-colónias sem a destruição do nosso tecido social – milagre esse só possível graças a muita generosidade. Que aquilo que são os nossos maiores defeitos – a cunha, o favorzinho, o clientelismo – é a face negra de uma enorme qualidade: a capacidade de nos preocuparmos com os outros, de não virarmos a cara quando alguém precisa de nós. Portugal é como o Incrível Hulk.

 

Hulk?

Se se conseguir pôr a sua força ao serviço do bem, pode ir longe. Mas claro que convencer o Hulk a portar-se bem é tramadíssimo.

 

Tem ideias miraculosas para salvar a Pátria?

Tenho esta: não existem ideias miraculosas para salvar a pátria. Citando, tal qual Jorge Silva Carvalho, "O Panda do Kung Fu": “O ingrediente secreto é... nada!” O ingrediente secreto não existe.

 

O Zé Povinho continua a ser uma boa imagem do que somos?

Na parte do manguito, sim. Na parte capilar, não. E em termos de guarda-roupa também já evoluímos muitíssimo.

 

Como o Zé Povinho, faria um manguito à Moody’s? Faria manguitos a quem?

Fazer um manguito à Moody's é como perder o campeonato e dizer que a culpa foi do árbitro. É verdade que os árbitros erram, e admito perfeitamente que as agências de rating já devessem ter sido irradiadas. Mas não foram, e o nosso papel é jogar à bola e não protestar com o árbitro. Apesar de tudo, acredito que a Moody's é mais competente em 2012 do que era em 2008. E manguito por manguito, antes aos políticos que nos governaram. Eles é que lá estavam enquanto o país comia mais do que aquilo que podia pagar.

 

Somos um povo que não se sabe governar? Qual é o enguiço? Parece ser assim há séculos...

De facto, a História não é muito generosa quanto às nossas capacidades governativas. Eu diria que a culpa é do Sol. Deus, quando fez o mundo, perguntou aos povos: “Queres ter sol nove meses por ano e praias fantásticas ou queres ser bem governado?” Nós, e muitos outros, ficámos com o sol e as praias. Os outros ficaram com uns sistemas sociais incríveis nuns sítios em que faz um frio do caraças. Devo dizer que não estou inteiramente certo de que os noruegueses tinham escolhido a melhor opção.

 

Como é que o ser português aparece no que faz?

Tento mostrá-lo o mais possível socialmente e o menos possível profissionalmente. Quando estamos de férias ou numa festa a beber copos, convém notar que os alemães gostavam de ser como nós: divertidos, extrovertidos, com fama de sermos bons na cama. O nosso problema é mesmo das nove às cinco. Das cinco às nove somos os maiores.

 

Portugal é o país do desenrasca. Você é adepto do desenrasca?

Eu tento não ter de chegar à parte do desenrasca. Sou um adepto do não deixes para amanhã o que podes fazer hoje. Mas também é verdade que quando estamos mesmo, mesmo enrascados, é fantástico viver num país do desenrasca. O excesso de formalidade e o escrupuloso cumprimento de todas as regras dá tanto cabo de mim como o deixa andar.

 

Temos uma veia sebastiânica inflamada? Continuamos à espera de alguém (que venha das brumas ou de outro lugar qualquer) para nos resolver a vida?

Sempre. Eternamente. A nossa vida não é um conto de fadas, mas tem sempre a estrutura de um conto de fadas. Nós somos os meninos perdidos numa floresta, confrontados com uma bruxa má (em 2012 é a senhora Merkel) e à espera de ser salvos por uma fada (em Junho de 2012 é o senhor Hollande).

 

A culpa é dos políticos?, a culpa é das elites?, a culpa é de quem se endivida e trabalha pouco? A culpa é da Europa?, a culpa é da desregulação do sistema financeiro? A culpa não é de ninguém e vai morrer solteira?

Os verdadeiros ateus diriam que o conceito de culpa é uma coisa judaico-cristã que anda há milénios a lixar-nos a vida. Como eu sou um ateu muito cristão ou um cristão muito ateu (ainda não me decidi), acho que o sentimento de culpa é uma coisa importante para sermos pessoas mais decentes, e acho ainda, biblicamente falando, que a procura da culpa deve começar sempre por nós.

 

Isso não é comum entre os portugueses…

Perguntava Mateus e muito bem: “Porque vês tu o argueiro no olho do teu irmão e não vês a trave no teu olho?” Como português, prefiro procurar a culpa no meu país, em vez de dizer que a culpa é daqueles gajos que em última análise nos salvaram da bancarrota. Sim, o mercado financeiro está desregulado. Sim, o capitalismo selvagem tem de ser posto na ordem. Sim, os paraísos fiscais são a oficialização do banditismo. Mas na base de tudo está uma conta muito simples: nós vivemos cada vez mais anos, temos cada vez menos filhos e não conseguimos sustentar o nosso modo de vida. Pedro Abrunhosa, com a sabedoria que se lhe reconhece, compreendeu tudo ainda nos anos 90: “E eu e tu o que é que temos de fazer? Talvez f...”. As pessoas deviam levar o seu conselho à letra.

 

 

Publicado no Jornal de Negócios no Verão de 2012

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Um começo promissor

por titi, em 19.07.13

Acabo de saber que o meu filho mais velho, prestes a entrar na escola primária, foi colocado na escola pública a cinco minutos a pé de casa onde tanto queriamos que ficasse. As referências que temos tido são as melhores, dá para vir almoçar a casa algumas vezes por semana, tem o senão de nenhum dos colegas de infantário ir para lá e de não conhecer ninguém. Mas o que queria frisar aqui é a simpatia com que tenho sido atendida nos contactos com os funcionários, quer da escola quer na sede do agrupamento quando lá fui matricular o miúdo. A minha memória da dinâmica da secretaria da escola onde andei é a modos que ... má e o mesmo digo das experiências universitárias. Será que tivemos sorte, que é a afamada simpatia das pessoas do norte ou na generalidade das secretarias contemporâneas a atitude dos funcionários passou de enfadada, enjoada, nada solícita e mole a bem disposta, com vontade de ajudar e eficiente? Quando perguntei ao porteiro que atendeu o telefone se, agora que já sabemos que a escola é mesmo aquela, se posso lá ir um dia visitá-la com o António, obtive um ''quando quiser, as portas estão abertas (espero que seja só uma maneira de dizer) e assim ele vê, dá uns toques na bola no recreio e fica a saber como é divertido andar na escola''. Espectáculo!

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