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Os dias felizes

por titi, em 26.04.13

De manhã esbarrei com esta frase no fim de uma página do livro belíssimo que estou a ler:

Lembrou-me os meus filhos porque é mais ou menos este o sentimento que eles manifestam em todos os dias das suas vidas. Muito, muito especialmente nos fins de semana que passamos em Lisboa, como foi outra vez o caso do último.

Desta vez chegaram os dois a dormir, na sexta à noite, por isso a alegria de se verem naquela casa ficou adiada para a manhã de sábado. Manhã de sábado que voltou a envolver uma ida ao café para um segundo pequeno-almoço com os avós e um novo autocarro miniatura na mão de cada um ao chegar a casa. Pelo caminho, para a felicidade ficar completa, foram buscar o primo F.

A tarde e a noite foram preenchidas pela festa de aniversário que nos fez rumar a sul. Os meus filhos não desgrudaram de uma simpática menina chamada Rebecca e passei a festa a ouvir o mais pequenino a chamar ''Burreca, burreca''.

Domingo foi dia de festa de arromba, por outras razões. Eu e o pai decidimos levar os meninos ao Oceanário e eles gostaram muito. Mas só apreciaram completamente a visita quando no meio de um corredor escuro apareceu ... o primo F., com a sua mãe e irmão bebé. Aí, foi o desatino. O A. e o F. sempre aos risinhos e piadinhas (esta semana menos com cocó e xixi, concentraram-se mais na palavra ''penca'', não a conseguiam dizer sem se escangalharem a rir) e o V., tão pequenino, a tentar acompanhá-los e fazer-se interessante para eles ia correndo muito minúsculo atrás a soltar umas gargalhadinhas que o faziam parecer ainda mais um matraquilhinho. Do Oceanário para o teleférico, coube-me a mim a sorte de acompanhar a criançada, todos para a cabine. Mais uma vez, alegria, alegria. O meu sobrinho cantarolava com ar apalhaçado ''família reunida, família reunida'' e eu ri-me tanto, tanto que hoje, quando acordei da anestesia que me deram, uma das primeiras imagens que me ocorreram foi essa ''família reunida, família reunida''. E lá no meio das macas cheias de velhotes, ainda de cabeça pesada e meia zonza, ri-me outra vez.

 

Resta contar que neste fim de semana, felicíssimo para crianças e adultos, também eu tive direito a uma dose especial: amigas reunidas, amigas reunidas!

Obrigada dona da casa! Já fiz cogumelos copiados dos teus por duas vezes esta semana.

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Porto de encontro

por titi, em 26.04.13

Ui, ui! Não temos com quem deixar os miúdos, que se lixe, vão os miúdos também, nem que tenhamos que os deixar no bengaleiro.

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WhatsApp

por Checa, em 26.04.13

Como já aqui tinha contado, tenho uma série de amigas próximas que está, neste momento, a viver fora de Portugal.

Sofro com a distância mas, mais recentemente, vivo absolutamente maravilhada com a possibilidade de "conversar" diariamente com algumas delas e estar a par de todas as novidades. Graças à aplicação que tenho no telemóvel WhatsApp sei, por exemplo, que a Jo, que vive na Suécia, fez hoje 4 máquinas de roupa e vejo muitas vezes fotografias dos filhos da Cat a fazer os trabalhos de casa, eles que estão tãaaao longe.

Bendita tecnologia!

Era capaz de viver sem WhatsApp, mas não era a mesma coisa.

 

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Jejum e excel

por titi, em 26.04.13

Vou dizer-vos uma coisa: estar sem comer e passar várias horas no computador a fazer um trabalho que envolve excel é uma combinação espectacular.

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Cravo e bichos da seda

por kika_70, em 26.04.13

Ontem quando se foi deitar, o meu mai novo, matutou na ideia de que queria um cravo vermelho.

Porque não mo disse mais cedo? Tinha-lo oferecido de bom grado! É bom que perceba o seu simbolismo, que não entendo porque há-de ter uma dupla conotação.

E ainda dentro da botânica e do mundo animal, informo-vos que tenho um viveiro de bichos da seda. Um já faleceu...era muito piqueno, tinha o nome de "tiniwini" e o zm ficou abalado e pensou mesmo em fazer-lhe um funeral digno. Dormem anexos à almofada e devoram folhas da amoreira à maluca. Vou ódiar quando sairem aquelas nojentas borboletas!

 

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O dia em que a Titi mudou dramaticamente o curso da música popular brasileira

por titi, em 26.04.13

Na semana passada fui com o meu esposo à Casa da Música assistir ao concerto da Adriana Calcanhotto. É capaz de ter sido o melhor dos para aí dez concertos dela a que já fui. Além de a ''artista'' estar muito mais bonita e graciosa do que alguma vez antes (o que hei-de fazer, achei piada a isso), cada lindíssima canção deste revisitar de carreira me despertou milhares de recordações, algumas disparatadas, outras embaraçosas mas todas boa e passei o concerto todo com vontade de rir. Ou a sorrir.

Como não vem a propósito desfiar aqui recordações pessoalíssimas, vou só contar um episódio giro: desde que comecei a ouvir as canções da Adriana (lembro-me como se fosse agora da primeira que ouvi, onde estava, a fazer o quê, foi na TSF (!!) nos idos de 2001) e a acompanhar as entrevistas que ela ia dando, por cá e no Brasil, fiquei a congeminar que havia certa afinidade entre as letras e os interesses dela e a poesia do Alexandre O'Neill, que eu adorava. Vai daí, para um dos primeiros concertos a que fui muni-me do meu precioso exemplar das Poesias Completas, no fim do concerto espetei-me na fila para os pedidos de autógrafo e, quando chegou a minha vez, disse que tinha muito gosto em lhe oferecer aquele livro e que esperava que ela gostasse. ''Alêxandre Ôniu, não conheço, vou ler''. Foi cortês, simpática até. Eu segui para a minha vida e nunca mais pensei no assunto. Até três anos depois, no disco Partimpim, aparecer isto

Poema Alexandre O´Neill, Musica Alain Oulman.

Claro que a Adriana pode ter chegado à canção por ouvir a versão que a Amália cantou mas nas entrevistas e em concertos posteriores falou tantas vezes e com tanto entusiasmo do seu encontro com a poesia do O'Neill que eu escolhi ficar a acreditar na minha decisiva influência no curso na música popular brasileira. Porreiro, ahn?

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