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É proibido falar de filhos #8 - Make-up

por titi, em 28.01.13

Há uns dias, a minha amiga/cunhada I. comentava que outra amiga, a Marta, ficara muito espantada por descobrir que era a única do seu círculo que não usava maquilhagem. Eu não chego a tanto porque consigo enumerar três ou quatro (não mais) primas e amigas que circulam diariamente de carinha laroca ao natural, como eu. Eu, o máximo de que sou capaz mas com grande esforço e sempre a bufar pelo tempo desperdiçado, é limpar e aplicar creme de manhã e à noite. Recentemente descobri esta gama da Body Shop e acho-a maravilhosa. Em alternância a este creme, que vou pondo durante o dia à medida da necessidade. Só que, por alturas do Natal, a minha irmã frequentou um workshop de auto-maquilhagem e a diferença é tão sensacional que também eu, que sempre olhei com estranheza as amigas que empastavam a cara em porcarias desde tenra idade e nunca me convenci de que alguma delas ficasse mais bonita com as ventas cobertas de base e rímel do que seria ao natural, me rendi: vou começar a usar corrector de olheiras e base, prontos, rendo-me, arrebenta a bolha. A idade é mesmo implacável.  Noutro dia passei na Body Shop e zumba, adquiri os produtos. Agora só falta a minha irmã vir ao Porto para me ministrar os ensinamentos. Uma dúvida: depois de aplicar a base, vou enfarruscar a cara dos meus filhos quando lhes der beijos?

 

Ideia mais estúpida esta de me auto-proibir de falar de filhos durante 10 posts!  Já foram mais que muitas as situações cómicas/fôfas/difíceis de gerir que gostava de ter relatado e, sobretudo, em que o conselho das minhas amigas me dava jeito.

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Quando eu vim pra esse mundo, eu não atinava em nada

por titi, em 26.01.13

''Hoje não é o meu aniversário, mas há uma coincidência: nasci no dia do último episódio da Gabriela (original). 
Espero que não seja como há 35 anos (14-11-77): não havia parteiras nem enfermeiras, estava tudo colado ao ecrã.''


Achei imensa piada a este post que um primo pôs no facebook no dia em que a Gabriela acabou, no domingo passado. Eu adorei esta versão de que vi quase todos os episódios e tenho idade suficiente para me lembrar do ventinho que soprou pelo país fora quando a primeira versão passou na RTP. Consigo imaginar perfeitamente a cena que o Ricardo descreve. Em 1977 eu não estava colada ao écran mas no domingo estava e, facto extraordinário, o meu marido também. Ambos vimos grande parte dos episódios com deleite e muita gargalhada.


E a banda sonora? Um primor. Ainda ontem, a caminho da cidade que referi no post anterior, a ouvi de fio a pavio. Foi, há 35 anos,  a minha iniciação à música do Brasil.


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Neve, nem vê-la

por titi, em 25.01.13

 

Hoje passei o dia nesta cidade mas neve ... zero. Por mim, está óptimo assim, odeio neve, mas para o pessoal de cá, é um acontecimento (que se repete várias vezes, todos os invernos) quando os flocos começam a cair. Os jornalistas bem tentam apanhar as pessoas com um ar pesaroso por causa do gelo e da neve mas é difícil porque o fenómeno é muito apreciado por estes lados.

 

 

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Sigur rós

por Checa, em 25.01.13

Se querem uma experiência musical surpreendente e inesquecível: 

Ouvi-os pela primeira vez há uns 8 anos, quando se estrearam em Portugal.

Nunca tinha ouvido falar destes jovens islandeses, no entanto, quebrando a minha premissa de não ir a concertos cuja música desconheço, segui o conselho da minha irmã* e comprei um bilhete para o CCB. Só havia dois lugares disponíveis e agarrei um mesmo na primeira fila.

A experiência foi absolutamente i-nes-que-cí-vel!! Desde então acho que não perdi um concerto e certamente não vou faltar a este, no dia 14 de fevereiro no Campo Pequeno (bilhete comprado há meses).

Classificam-nos como post-rock. Eu não lhes consigo pôr um rótulo. Quando os ouço é como se estivesse a ser guiada por anjos a sussurrarem-me ao ouvido.

*sempre tão acertados, ou não tivéssemos os gostos tão parecidos.

(parece que para o Porto já esgotou)

 

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Mau Dia

por samicas, em 24.01.13

Ontem deite-me tarde pois estive a fazer o bolo de anos da minha irmã.

Pois já eram 1:30 da manhã (início do dia de hoje), quando detecto uma mini-inundação, junto da máquina da roupa... Àquela hora, balde e esfregona na mão, lá vou eu tratar do assunto. Embora a máquina seja nova, a casa é velha e o esgoto não está preparado... problema a resolver!!!

Deitei-me e 5 horas depois toca o despertador. Tudo normal...

Vou ligar a máquina de secar roupa e ela não funciona, inclusive começa a cheirar a queimado. Desligo as fichas e desisto. Não tenho tempo, logo trato deste assunto.

Vou arranjar a marmita da minha filha e... o pai que ontem tinha chegado tarde para jantar, comeu o que eu tinha planeado mandar hoje para ela! Lá arranjei uma alternativa à pressa...

Quero fotografar o bolo com luz do dia: primeiro não há quase luz (chove muito!), depois lembro-me que tenho a minha máquina fotográfica avariada e ainda não mandei arranjar. Pego na da minha filha. Só tira com flash... ficam péssimas... mesmo assim lá tirei para que não se perca o registo.

Saio de casa, claro, atrasada.

Na rua cheira a queimado: será da minha máquina de secar??? Impossível... Coincidência... Se calhar o cheiro não era da máquina mas sim da rua, será?

Entro no carro, acende uma luz de alerta que acende quase todos os dias. Mas hoje em especial irritou-me: mais uma máquina "estragada"... Passados poucos quilómetros, acende outra luz: desta vez a da gasolina! Menos mal...

Chego à escola do meu filho, 5 minutos depois de tocar (2ª vez no ano) e não há lugar para estacionar (o que não é normal!). Deixo o meu filho debaixo de chuva. Lá vai ele a correr...

Quando chego ao trabalho, não me apetece trabalhar...

São 11h e estou com uma neura!!!

 

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A propósito do post anterior

por Checa, em 23.01.13

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IKEA

por samicas, em 23.01.13

Acabei de ler esta crónica do Ricardo Araújo Pereira e chorei a rir...

Tinha de partilhar!

IKEA ou IKEIA?

Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão,
portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja.
Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»?
São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer
o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».
As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais.
Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos
de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego
para adultos.
Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e
que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos.
Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora.
Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada.
O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias. É claro que há aspectos positivos: as
tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes
se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.
Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes.
A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira.
Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me
importaria. Mas como sou eu, aborrece-me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno. Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um
rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro.
E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.

E já agora sobre o IKEA:
Uma senhora vai ao Ikea comprar um armário novo. Para que lhe saia mais barato, compra um em kit. Ao chegar a casa, monta-o e fica perfeito.
Nesse momento passa o comboio (ela mora junto à estação de comboios) e o armário desmonta-se todo.
Monta novamente o armário. E este volta a cair com o passar do comboio. À terceira tentativa falhada, telefona para a Ikea e exige a presença de um técnico.
O técnico chega, monta o armário e, quando passa o comboio, desmonta-se todo. O técnico monta novamente o armário, passa outro
comboio e, armário novamente desmontado. Então, o técnico tem uma brilhante ideia:
Escute, minha senhora, eu vou montar novamente o armário, meto-me lá dentro e espero que passe o comboio para ver porque é que o armário se
estás desmontar. E assim fez.
Nisto o marido entra no quarto e diz: 
- Querida, que armário tão bonito! - e abre a porta. Ao ver o técnico da Ikea pergunta:
- O que é que você faz aí?
Este responde: - Estou quase tentado a dizer-lhe que vim comer a sua mulher. Porque, se lhe digo que estou à espera do comboio, não vai acreditar.

 

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Tivesse eu descoberto isto mais cedo...

por Checa, em 23.01.13

Ahhh qualidade de vida (e cabelo liso e brilhante).

Obrigada mana.

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Lâmpadas

por samicas, em 21.01.13

Ontem fui ver a exposição "Riso - uma exposição a sério" , no Museu da Electricidade (Lisboa).

Aproveito para recomendar. Não é uma exposição grande, mas está muito bem montada, com muito para ver e saímos de lá muito bem dispostos, claro! Ainda por cima, grátis...

Fui com os meus filhos e eles também se divertiram. com o que conhecem e com o que não conheciam... Também aderiram ao "Jogo do Riso", uma espécie de Caça ao Tesouro que lhes ofereçeram na entrada. Muito bom.

Aproveitámos para lhes apresentar actores cómicos (e outros) que tanto nos fizeram rir e que eles ainda nunca tinham visto.

A exposição está montada por núcleos/temas: corpo, linguagem, poder, sexo, espectáculo...

Chegados ao núcleo dedicado ao "sexo", havia desenhos, fotos, instalações e afins alusivas mas "light"... Eu, achei que teria graça "apimentar" a exposição e resolvi chamar o G. de 7 anos para ver uma "escultura" composta por 2 lâmpadas esféricas e uma lâmpada, a meio, cilíndrica. Disse-lhe com um sorrisinho malandro:

- Sabes o que é isto? Uma "pilinha"!!!!

Diz ele, olhando com atenção:

- Não é nada, mãe... São 3 lâmpadas!!!! (chocado com a minha interpretação!!!!)...

 

Foi uma das poucas vezes que transgredi uma máxima que sigo à risca: não avançar com explicações antes que eles me questionem...

Não sei se volto a repetir a graça!

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É proibido falar de filhos #5 - Aniversário de casamento

por titi, em 21.01.13

O próximo aniversário de casamento vai ser passado aqui. Yesss!

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