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Pára tudo, Mikael Carreira a imitar o meu filho!

por titi, em 27.11.12

Espera lá, querem ver que o Mikael Carreira anda a ouvir o meu filho a cantar e eu não sei?

 

Há bocado, ao fazer uma pausa na tarefa bicudíssima que tenho entre mãos, fui comer uma maçã verde*, liguei a televisão e lá estava ele, o Mikael. A imitar à descarada o meu filho mais velho (5 anos) quando entoa as canções preferidas e se entrega à música com tamanha intensidade e paixão que se evade completamente do que o rodeia e muda a maneira de falar, normalmente muito correcta, para algo como:

 

Estou a aprendzer a ler de um modzo engraçadzo

Já sei as letras todzas dze cor e saltzeado

Vogais são só 5: a – e – i – o – u

E as outras consoantses, já sei eu, já sabes tsu

 

(Tipo concorrentes do ''Ídolos'' a cantar, estão ver?)

Pois o Mikael Carreira dizia assim:

 

Porque aindsa tsi amo  

Estou abandzonado  

Eu dava tsudo para voltar tse a beijar  

E a tseu lado poder acordzar  

Porque aindsa tsi amo

 

Não, para mim isto não é coincidência.

 

*esta é a parte interessante deste post.

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Spam

por Checa, em 27.11.12

Ultimamente tenho recebido imenso spam.

Recebi este que convenhamos, para uma pessoa algo hipocondríaca como eu, não é propriamente agradável.

 

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A não perder...

por Teira, em 27.11.12

Olá,

 

É com uma enorme alegria que vos apresentamos a 4ª Edição da Exposição de Arte Contemporânea Polaris.

Uma iniciativa sempre com um significado muito especial: pois para além de ser uma exposição sobre inclusão, relações, amizade,

comemora também o dia 3 de dezembro, Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

No dia 11 de dezembro, terça-feira, pelas 18h00, vamos estar à vossa espera no Fórum Picoas, em Lisboa, para uma alegre e animada inauguração.

Não deixem de se juntar a nós, apareçam e partilhem este momento tão colorido; tragam a família, os amigos e juntem-se à nossa Grande Família.

Contamos com a vossa presença!

Este ano: [AFID (pintura), Anabela Mota (pintura), CECD Mira Sintra (pintura), Isa Duarte Ribeiro (desenho), Margarida Paulino (fotografia),

Mina Anguelova (pintura), Paulo Lourenço (desenho), Pedro Ramalho (serigrafia), Sara Livramento (pintura)]

 

Esta é uma exposição que conta com o estimado apoio da Fundação PT e da SP Televisão.

 

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Adenda ao último post

por titi, em 26.11.12

No sábado consegui ler os jornais. Às 2h da manhã de domingo...

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Eu não sou eu, nem sou o outro. Sou qualquer coisa de intermédio..

por titi, em 25.11.12

Eu: tivemos um sábado excelente. Manhã, que miraculosamente começou depois das 9h, passada a decorar a árvore de Natal e a desenhar, colar e recortar novos penduricalhos para lá pôr. Miúdos felicíssimos. Almoço em casa com os miúdos ainda de pijama. Ultra-felizes. Todo o dia com banda sonora de fundo, os dois sempre a cantarolar e a interromper o que quer que estejam a fazer para ir dançar as partes preferidas de certas canções. De tarde, fomos os quatro visitar uma exposição es-pec-ta-cu-lar, esta http://www.ciencia20.up.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=322, que o meu rapaz mais velho percorreu de fio a pavio*, supermercado, fazer jantar especial com eles a saltitar à volta, jantar, mais brincadeira, mais desenhos e recortes, cama. Um dia belíssimo. Felizmente amanhã ainda é domingo.

 

A outra: 2ª feira, volta, estás perdoada! Preciso de voltar ao trabalho para descansar a cabeça. Os miúdos tiveram um dia felicíssimo, nem que fosse só por estarmos todos em casa, juntos todo o dia. Não consegui ler nem uma página do jornal. Não tivemos um segundo de silêncio, aquelas matraquetas sempre a falar, sempre a perguntar, sempre a solicitar. O A., até enquanto joga no iPad faz perguntas, comenta, chama. O pequenino sempre à minha volta, puxa, chama, abraça as minhas pernas enquanto estou a fazer sopa. Nem na sanita consigo estar sózinha, há SEMPRE uma mãozinha, visível através do vidro da porta, a puxar a maçaneta, a entrar sem cerimónia, a olhar para mim com simpatia e a sair, deixando a porta escancarada. As nossas - pai e mãe - cabeças estão zonzas, eles já dormem há 2 horas mas o zumbido nos ouvidos ainda não nos passou. E amanhã há mais, socorro...

 

* Nesta exposição, os visitantes fazem de detectives que têm que ir seguindo pistas e respondendo a perguntas para descobrir a ordem a que pertence um insecto que lhes foi entregue à entrada. Nos dois primeiros, o A. teve a minha companhia enquanto o pai empurrava o carrinho do V. Depois de eu me ter enganado em duas respostas e de nos ter levado por percursos errados, fui brindada com ''se não te importas, os próximos vou descobrir com o pai''.

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Imprescindíveis

por Checa, em 24.11.12

Imprescindíveis, para mim, são os seguintes objectos: 

Telemóvel: iPhone 4S, oferta generosa do marido. Acho o preço pornográfico portanto jamais compraria um. Mas há que reconhecer, é maravilhoso e quanto ao design, é absolutamente imbatível. Com ele sinto-me sempre acompanhada: leio à hora de almoço, ouço música, ligo-me à internet, vejo televisão, de manhã sei como vai estar o tempo, leio os mails, gravo piadas dos meus filhos e mais uma infinidade de jogos e aplicações que também fazem a delícia do F. Ah, e já disse que também faz chamadas? 

Agenda: To-tal-men-te dependente. Sim, eu sei que é ridículo com os 16 GB do item anterior é pré-histórico usar agenda de papel. Mas é assim, minhas amigas (ou devo dizer, amigos?), não passo sem ela, seja por motivos profissionais ou só para anotar os mil afazeres de mãe. O que é certo é que raramente falho compromissos.

Livro: Desde que tive o baby L. não tenho tido tempo para quase nada, nem tão pouco para ler um livro. O último que li foi o Liberdade do Jonathan Franzen e gostei muito. Como o emprestei à minha irmã (já o leste?), o que está na fotografia é o Meia-Noite ou o Princípio do Mundo do Richard Zimler, autor que eu adoro.

Secador de cabelo: Coisa do século passado podem pensar. Mas quem me conhece sabe que o uso quase diariamente, na tentativa de dar alguma dignidade a esta palha de aço que é o meu cabelo. Estico-o sempre que o lavo, o que acontece quase todos os dias. Sou incapaz de andar com o cabelo ao natural, só na praia me permito tal liberdade. Estou a pensar pedir ao Pai Natal um daqueles ferros, apesar de ter medo de ficar com os cabelos na mão.

Corrector de olheiras e rímel: Continuando nas questões estéticas (ah pois é, são quase 40 anos em cima do lombo, já não vai para tenro), desde que fiz uma aula de auto-maquilhagem, todos os dias aplico uma parafernália* de coisas na cara, tudo coisinhas discretas para não parecer um palhaço. Destaco estas duas porque fazem logo uma grande diferença:

- Corrector de olheiras da L'Oréal (sabiam que não se põe só na zona das olheiras?)

- Rímel da Benefit (they're Real!) que só encontro na Sephora. É pena que não haja em castanho para tezes mais claras como a minha. 

Lancheira(s): De manhã saio com três (!) na mão. Uma para mim com pequenos snacks para durante o dia, as outras duas para o filho mais velho, uma fica na escola com os dois lanches do dia, a outra no carro para quando o vou buscar à tarde. Nem vale a pena dizer que o meu carro parece uma pocilga com migalhas por todo o lado.

Aero-OM: Com um filho de 6 meses como é que me atreveria a sair de casa sem este milagroso pacificador de iras?

Zyrtec: Sendo ex-asmática (apesar da minha mãe teimar em não ligar ao ex - "andas tão desagasalhada", "cuidado com essa tosse seca", "é melhor ires ao médico") que sofre de alergias, não posso MESMO andar sem o Zyrtec atrás. Basta um leve contacto com pó (ontem foi só vestir um casaco que não usava desde o Inverno passado) fico logo desesperada. Comichão na garganta, no nariz, nos olhos, lágrimas. Ninguém aguenta estar ao pé de mim, nem eu própria. Só me apetece engolir um daqueles escovilhões de lavar biberões. Felizmente o Zyrtec resolve o assunto em 5 minutos.

Brinquedos: É obrigatório ter comigo alguma coisa para distrair os miúdos, tanto pode ser um dinossauro para o mais velho, como basicamente qualquer coisa que dê para meter na boca, para o mais novo. O dragão é de uma marca absolutamente maravilhosa: Liliputiens.

 

*Já que com este post não se aprende nada, aproveito a oportunidade para inserir um pequeno momento didático. Recorri ao ciberdúvidas, como tantas outras vezes, e eis que descubro que se escreve parafernália e não panafernália (ignorância minha). Ora vejam: http://www.ciberduvidas.pt/pergunta.php?id=12799

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&#%$*€#@£&%#

por Checa, em 24.11.12
É pá, fico fula quando vou na rua com o meu filho mais velho e passo por uma vara de putos adolescentes a vomitar chorrilhos de palavrões.
Não é por mim que já os conheço quase todos, mas o miúdo, com os seus seis (quase sete) anos, está naquela idade mesmo boa para sorver tudo o que é disparate.
Por enquanto só conhece m***a e p**a.

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Estereótipos: sou contra, mas...

por titi, em 23.11.12

 

Revejo-me nestes todos. Muito cómico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Encontrei neste blog http://coconafralda.clix.pt/.

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Códigos de família

por titi, em 22.11.12
O título deste post é roubado de um livro da Zélia Gattai, mulher do Jorge Amado, que li há uma data de anos. Independentemente da qualidade literária da autora - quanto a mim, muito pouca - achei logo na leitura do prefácio que a empreitada que ela se propunha estava condenada a falhar. Nesse livro, ela contava episódios engraçados da história da família (muito giro) e partilhava com os leitores private jokes, piadas íntimas, daquelas coisas que se dizem e só são compreendidas por quem esteve connosco na situação, por quem é muito íntimo e tem um longo passado comum. Mais ou menos como as autoras deste blog.

Bem, para pôr à prova a minha teoria de que tais historietas não têm piada nenhuma para quem está de fora do círculo dos suficientemente íntimos, vou contar uma passada com a minha mãe. Foi assim: o pequeno jardim da casa que os meus pais têm por estas bandas, é primorosamente cuidado por um rapaz da vizinhança. Jardineiro ocasional, é muito bem-educado, muito sério, tem circunstâncias familiares não muito fáceis e os meus pais têm, de facto, muito apreço pela dedicação e pela pessoa dele. Numa vez qualquer em que ele lá foi a casa resolver um assunto com o meu pai e receber o que lhe era devido pelo trabalho, a minha mãe, à despedida, fez questão de acrescentar ao pagamento um acréscimozito de gorjeta. Só que o rapaz não queria aceitar, que não era preciso, nem pensar. Não contava era com a persistência de aço da minha mãe que fez com ele como faz com as filhas e os sobrinhos nestas alturas. Enfiou-lhe a nota no bolso, ele tirou. Pôs-lhe a nota na mão, ele devolveu. Quando ele se pisgava do embaraço porta fora, a minha mãe foi atrás e conseguiu pôr a nota, muito dobradinha, no bolso do casaco do desgraçado. Exaurido, o rapaz rendeu-se, encolheu os ombros e largou a pérola que se segue:
"Bocê é lechada!".
E até aos dias de hoje, eu, a minha irmã e os nossos primos, quando a minha mãe é insistente em alguma questão, largamos o nosso "bocê é lechada".

E como esta, temos tantas!

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Os gostos mudam

por chicafestarola, em 22.11.12

Estamos a chegar áquela fase do ano em que se vê Bolo-Rei por todo o lado.

Quando era pequena não gostava nada de bolo-rei. Os meus pais sempre gostaram e nós (eu e a minha irmã) não.

Desde há 3 ou 4 anos para cá que esta iguaria passou a ser um dos meus pecados na época natalícia. Não sie porquê mas agora ADOROOOO.

Os gostos mudam com a idade. Não haja dúvidas sobre isso.

Costumo comprar aqui perto do escritório, numa padaria, quentinho e trazer p/ aqui, fazendo as delícias dos colegas; mesmo daqueles que diziam não gostar nada. Como-se todo num instante.

Agora, todos os dias à hora do lanche, mando a boca: "e uma fatiazinha de bolo-rei, não vai não?" Mas, ninguém se «chega à frente» a ir comprar um.

Acho que vou hoje mesmo dar início às hostilidades e logo à tarde já trago um para cá. Bem quentinho, de preferência.

Huuummm...já me estava mesmo a petecer uma fatiazinha agora!!!

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