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Natal I

por samicas, em 14.11.12

O Natal na minha vida tem passado por várias fases:

Criança - não havia melhor dia no ano (só o dia de anos se comparava!), cheio de prendas e especialmente com muita, muita familia. Não precisávamos de pensar em nada pois alguém tratava disso por nós... A árvore quase bate no tecto!

Adolescente - quase igual com a diferença que já não acreditava no Pai Natal! Algumas primas começaram a deixar de aparecer...

Jovem - igual a adolescente mas já com menos prendas! As avós ficaram velhinhas... A árvore é mais pequena...

Casada - com quem se passa o Natal???? Regra: uma refeição com cada familia. Tudo certo... mas antes eu já tinha duas familias (a do pai e da mãe)!!!! Como não se conseguem conjugar 3 familias, lá deixei de ir a Guimarães!!! Vou mas sem ser no Natal... Feliz na mesma pois agora tenho um marido ao meu lado... Outros primos com o mesmo problema, mais crianças de novo... A árvore é "mini"!

Com filhos: maravilhoso... voltam as prendas "em monte", volta o Pai Natal, a árvore é de novo enorme... Já não há avós... Já nos cabe oferecer a casa, planear, colaborar na ementa, horas na cozinha, fazer compras...

Com irmã casada: mais uma/duas familias para conjugar!!! Grande confusão... Quem é que consegue coordenar tudo isto??? Regras e mais regras... Anda-se de um lado para o outro tentando agradar a todos... Os miúdos adoram, nós também mas... há sempre alguém descontente! A magia do Natal esmorece...

 

(Há tanto para dizer sobre este assunto que prometo Natal II e Natal III...)

 

 

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Hello, está aí alguém?

por titi, em 14.11.12

Fico transtornada de cada vez que olho para o contador de visitas a este blog. Isto era uma coisinha assim só para nós, pá! A publicidade na página dos blogs do Sapo deve ter trazido aqui muita gente ao engano mas é extraordinário que uma parte dessas pessoas, aparentemente, continue a vir.

Isto é sem pingo de ironia.

Mas, se há realmente pessoas que não conhecemos a dar uma espreitadela ao nosso blog, digam qualquer coisa. Pode ser só ''câmbio, escuto'', é só para deixarmos de nos sentirmos assombradas. São, evidentemente, todos bem-vindos.

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O PICNICÃO

por kika_70, em 14.11.12

Babes, antes de mais:

Nem imaginam o que aconteceu....o meu post andou em perdido desde 2ª feira...sim! porque eu não falhei e embora tarde tinha matéria publicada que razava assim.

 

 

Já tarde vos escrevo, honrando a data que me está destinada, as segundas feiras, já com penalização de atraso.

Em jeito de gozo, aproveito para partilhar convosco uma dúvida que me assola sobre modelos de conquista dos nossos filhos, ou melhor, de sedução, acreditando eu que conquistados já estão eles, e visceralmente, desde que os parimos!

Bom, a verdade é que na minha casa a comidinha é um grande catalisador do bom ambiente  e da boa onda que se deseja para apaziguar o zum zum de fundo que diariamente me inferniza e que tem aquela musicalidade muito própria: Eles, “Ó mãe olhe ele!” “Sai daqui! cheiras mal”, “Não sou eu a por a mesa”, “Ó mãe ela está a fazer barulhinhos irritantes! ”, “Ó mãeee acabou o papel higiéeeeenico”! “És mesmo cretino”, seguido de ”Quem diz é quem é”; Eu: “Desliguem a água”, “Vão lavar os dentes!” “Arrumem o quarto”, “Já vos disse 10 vezes”  “Olha esse tom!” “Despachem-se!!” Uffff!!!!!!!!!!!

Vai daí que pensei inaugurar desde a passada sexta feira a “Noite das Porcarias”. Ou seja, instituí o dia em que as minhas adoráveis crias se podem entupir de coca-cola, alambazarem-se de cachorros afogados em ketchup e batata palha, e encerrarem a noite a ver um filme em família feliz, banqueteando-se de pipocas Pingo Doce.

Naturalmente que o facto de pormos em prática este programa caseiro em conjunto e COMIGO, foi para eles fascinante. A sala transformou-se em camarata e até um colchão  estacionou em frente à televisão. A sexta feira foi elevada a dia da infração-mor das regras instituídas. Mas, indiscutivelmente, o que os pôs exultantes foi o PICNICÃO!  E passou a ser a moeda de troca para uma semana de serenidade.

E é este mesmo o “ingrediente-secreto-do-ingrediente-secreto”: a comidinha!

(nota: mas não a minha(!), eminentemente verde, a que eles aderem educadamente, mas com um esgar, ó-não-outra-vez-não…))

Para testar a minha tese, pergunto-vos se se passa o mesmo convosco.

Voltando à rave de sexta, acrescento que tive foi um pequeno imponderável… que, em mim, aliás, é demasiado óbvio e previsível (e… é nestas coisas que o peixe zarolho não vale um boi!!!) O DVD não funcionou. Mesmo depois de me ter entrelaçado em cabos poeirentos vindos de todos os cantos num cenário de perfeito horror em que nada encaixava em nada!!

Mas lá nos safámos com o Mama Mia do armazém da Zon. Foi muito bom e eles deliraram!   

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Primeiro emprego

por titi, em 14.11.12

Quando estava quase a acabar o liceu decidi procurar arranjar trabalho num restaurante. Não sei o que me deu para decidir tal coisa, eu já dava explicações de Matemática há uma data de tempo e esse trabalho, para além de ser feito em casa, rendia-me, de certeza, um pecúlio bem mais jeitoso do que alguma vez conseguiria a labutar num restaurante. Enfim, lá me pus ao caminho e arranjei, com a maior facilidade, trabalho no Big Apple que existia (ainda lá estará?) na Barata Salgueiro, em frente à Cinemateca. Pagavam-me 11$ por hora, trabalharia (trabalharia, notem) 4 horas por dia, no horário do almoço. Combinei com o senhor que me contratou, numa entrevista feita num escritório na Rua Luciano Cordeiro, que no primeiro dia estaria à experiência, sem vencimento.

E lá fui eu, alegremente, T-Shirt e avental da fardeta na mochila.

Só vos digo: um pe-sa-de-lo! Antes do meio-dia e meia, vá lá, a coisa estava calma mas quando começou a enchente para o almoço - era mesmo uma enchente - começou o meu desnorte. Num virote entre a cozinha e a sala, ía contra as coisas, baralhava os pedidos, tudo me escorregava das mão e os clientes, esses chatos, sempre a chamar, de todos os lados vozes impacientes, vozes aborrecidas, vozes saturadas, todas dirigidas a mim. Um horror. Terrífico. Dantesco.

Ao fim de 2 das 4 horas combinadas ... desisti. Não é bonito mas foi o que fiz. Resolvi pirar-me, dar outro rumo à minha carreira. Telefonei ao homem, fui devolver-lhe o avental e tenho, desde aí, um respeito desmedido por empregados de mesa. Sou incapaz de ser brusca com um empregado esforçado e bem-educado, por pior que o seu serviço seja. A sério, aquele trabalho é tão difícil, mas tão difícil, que me dá vontade de homenagear os empregados que no meio da confusão conseguem manter-se corteses, agradáveis e eficazes.

Nesta história só me arrependo de uma coisa: quando o homem me contratou, eu agradeci-lhe. Agradeci! Uma vergonha, é o que aquilo era, pagar 11$ por hora, por mais desqualificado que fosse o trabalho, era um insulto e a otária aqui ainda lhe agradeceu!

 

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