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Tarde off work

por titi, em 09.11.12
Ontem, depois de uma reunião de trabalho na margem Sul e antes de rumar ao norte da margem norte, tive umas horas desocupadas passadas em Lisboa. Tratei logo de as ocupar, num virote de sítios onde queria ir: almocei aqui http://www.restaurante-psi.com/, fiz compras aqui http://www.beads.pt/ (ha, pois festarola, eu também bijuto) e aqui http://www.vidaltecidos.pt/site.aspx (não fora o excesso de carros, Campo de Ourique era perfeito), fui buscar o meu sobrinho mais velho à escola nova e ver o mais pequeno a casa. Depois corri para o comboio, a antecipar 2 horas e meia de intensiva leitura. Foi, foi. Adormeci ao fim de 7 minutos, acordei quase no destino.

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O reverso

por titi, em 09.11.12

E depois há aqueles capazes de passar meia-hora numa festa a gabar as proezas dos seus netinhos, falam, falam, falam e falam, esquecendo-se completamente de que a pessoa com quem estão a falar também tem netos que também são os mais engraçadinhos do mundo e que talvez essa pessoa ache cansativo passar 30 minutos a ouvir histórias iguais às suas sem ter a chance de abrir o bico porque o outro não se cala e não pensa que em qualquer conversa - sobre netos, sobre o tempo, no trabalho, sobre as férias - se estamos há mais de 3, vá lá, 5 minutos sem que se ouça outra voz que não a nossa, já estamos a ser os emplastros da conversa.

 

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Avós

por titi, em 09.11.12

Acho uma moca observar os avós quando vão pela rua fora a dar a mão a netos pequeninos, já repararam no ar deles? Vão a olhar embevecidos para baixo, a beber o que os pequenitos dizem e - a parte mais gira - a deitar olhadelas de soslaio a quem passa para ver se também está a dar conta da espectacularidade, beleza, encanto, inteligência, charme, como falam bem, que espertos são, dos respectivos netinhos. É lindo! Por mim, sorrio sempre a dar o meu acordo e sem fazer favor, porque também eu acho que são todos espectaculares, lindos, inteligentes, charmosos e por aí fora, sejam os meus (um bocado mais) ou os dos outros.

Os avós são demais.

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Demissão de Isabel Jonet?

por titi, em 09.11.12

Nunca apreciei as intervenções televisivas de Isabel Jonet, sempre a achei não especialmente bem informada nem preparada para debater taco a taco com os interlocutores, não aprecio o estilo nem a postura. Achei a intervenção na SIC miserável e o discurso inadmissível. Percebo bem que haja muita gente a sentir-se, justamente, insultada pelas palavras da senhora.

 

Se a quero fora da presidência do Banco Alimentar? Não. Apesar das declarações tão infelizes, num momento em que a falta de possibilidades de proporcionar um presente - já nem falo do futuro - condigno aos filhos, devasta tantas mães e tantos pais, continua a merecer-me credibilidade no lugar que ocupa. Aquilo põe efectivamente comida na mesa de muitos que de outro modo não a teriam e, aos meus olhos, é essa a vocação do Banco e a obrigação da sua presidente, não têm que ser outro estado social dentro do estado, não têm que substituir o estado na totalidade da obrigação de proteger os mais frágeis.

 

Apesar de tudo, parece-me mais importante o que ela faz do que o que ela para aí diz.

 

 

Aproveito para registar a cortesia com que os comentadores ao penúltimo post se manifestaram. Sabemos bem que nas caixas de comentários de blogs nem sempre assim acontece.

 

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Isabel Jonet

por Checa, em 09.11.12

Acerca do que se tem dito da entrevista da Isabel Jonet à SIC Notícias, aconselho vivamente a leitura deste artigo do blog http://complexidadeecontradicao.blogspot.pt/, com o qual concordo a 200% (não há paciência para os histéricos que, só porque a senhora não teve um discurso feliz, vêm agora pôr em causa todo um trabalho não só notável, como cada vez mais imprescindível):

 

"Isabel Jonet foi à SIC-Notícias participar num debate com Manuela Ferreira Leite e Rui Vilar. Logo aqui percebemos que algo não está bem. O tema, julgo, seria tão difuso como «a crise e os portugueses», como bem gostam as televisões portuguesas, dando espaço para que os intervenientes falassem sobre o que bem lhes apetecesse. Foi neste espírito que Isabel Jonet produziu umas declarações que fez as delícias das «redes sociais», e que, resumindo, era uma crítica aos hábitos de consumo dos portugueses, sobretudo dos portugueses que não podem dar-se ao luxo de ter hábitos de consumo desregrados. Como Isabel Jonet não é uma oradora talentosa nem tem um discurso cívico consistente, a coisa descambou para um conjunto de banalidades moralistas, pensava eu que inócuas, como por exemplo a condenação de idas a «concertos rock» e o facto de os seus filhos lavarem os dentes com a água a correr (bem como alguma coisa sobre Nestum - trazida ao debate por Ana Lourenço - que eu não percebi). Ora, eu ouvi isto todos os dias da minha educação: são coisas que qualquer pai (e avó) competente repete aos seus filhos. São ilustrações simplistas de uma hierarquia de prioridades saudável. São, também, parte da narrativa católica, da narrativa católica conforme passada às crianças. Foi estranho ouvir aquilo de alguém que falava para adultos, mas não mais do que isso: estranho. E devo dizer que, no essencial, mesmo traduzindo para uma linguagem mais consequente as ideias que Isabel Jonet estava a transmitir, estou absolutamente de acordo: os portugueses - nós - habituaram-se nos últimos 20 anos a viver com défices orçamentais constantemente deficitários e isso levou à instalação de hábitos de consumo insustentáveis.
O que se passou a seguir é para mim inexplicável. Caiu o Carmo e a Trindade sobre Isabel Jonet, e os acéfalos do costume lançaram-se em campanhas virtuais de «boicote» ao Banco Alimentar. Sim, porque Isabel Jonet é a presidente de uma das instituições que mais tem feito pelo auxílio dos pobres. Chama-se a isto «caridade», uma palavra que a esquerda odeia porque acha que quem a pratica pretende manter os seus beneficiários na pobreza, enquanto massaja o seu ego e o seu currículo cristão. E, claro está, não tardou muito que Isabel Jonet fosse apelidade de «salazarenta». Obviamente que este tipo de «debate», chamemos-lhe assim, não mereceria qualquer tipo de alimento numa situação normal - aliás, como nunca mereceu durante todos estes anos que Isabel Jonet tem à frente do Banco Alimentar, com condecorações à mistura e tudo - mas nós não estamos numa situação normal. O pecado de Isabel Jonet é a sua dicção, digamos, a maneira como mexe as mãos e pisca os olhos: é a sua condição social de «privilegiada», como agora se diz, o que, segundo a acefalia reinante, a desqualifica para qualquer intervenção pública. Mesmo sendo Isabel Jonet uma pessoa com um currículo a todos os títulos inatacável no trabalho de campo de combate à pobreza, qualquer consideração que faça sobre os mais «desfavorecidos» será considerado um «insulto», à imagem daquilo que se passou com Alexandre Soares dos Santos, por exemplo (já agora, como está a correr esse boicote ao Pingo Doce?) O dado preocupante nesta história é este (não é o «boicote» ao Banco Alimentar, que será feito por catorze pessoas com contas Twitter): a radicalização das várias sensibilidades sociais e políticas que conduzirão, tragicamente, a uma situação onde será impossível qualquer tipo de consenso sobre aquilo que o país tem de fazer."

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Se eu mandasse...

por Checa, em 09.11.12

Se eu mandasse, seria obrigatório, assim, tipo escolaridade obrigatória, fazer uma viagem todos os anos. Não daquelas romarias adolescentes ou daqueles pacotes de agência de viagem (que eu também já fiz e, confesso, sem sacrifício).

 

O que todos deviam poder experimentar era uma viagem à séria, sem organizações, com imprevistos, fora da zona de conforto de cada um. Acredito que a oportunidade de conhecer hábitos diferentes e de contactar com pessoas com outra maneira de pensar nos torna mais tolerantes, com a mente mais aberta e certamente melhores.

 

Eu ia já amanhã...

 

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Primos

por samicas, em 09.11.12

Adoro os meus primos... uns mais que outros, claro!

Inicialmente eram 14+6, agora perdi-lhes a conta, entre maridos, mulheres e filhos!!!

Já perdi duas, de quem tenho belas recordações e muitas saudades...

Têm todas as idades...

Vivem por cá e por fora...

Uns têm uma vida pacata, outros mais "alternativa"...

Casados, solteiros, divorciados, juntos,...

Têm muitas profissões...

Uns deles são quase como irmãos!

Uns vejo muitas vezes, outros vejo menos e alguns até prescindo da companhia...

Às vezes há almoços com muitas presenças...

Tenho alguns que me fazem rir até às lágrimas!

A novidade é que, nos últimos tempos, uns estão a fazer-se famosos:

- um escreveu um livro sobre poker

- outro foi eleito deputado pelo PC, farta-se de trabalhar e de chatear o Gasparzinho!

- o que é arquitecto foi premiado internacionalmente e está nomeado para outro prémio

- um que é professor de Geografia, meteu-se nas artes (como o resto da família) e vai fazer uma exposição

- um dos mais novos (daqueles que peguei ao colo!) é realizador de cinema e as "curtas" passam na Sic Radical...

Sempre gostei de ter uma família grande... Que orgulho!

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Esta também é boa

por titi, em 09.11.12
Passou-se com a minha irmã:
ao ir buscar o meu sobrinho à escola, ela reparava num pai, com ar para o ... Futebolista, para quem os miúdos olhavam com adoração. Suspeitou de que seria um jogador de futebol e foi à net procurar fotos do plantel do Benfica. Deu logo com ele: Pablo Aimar (é assim?).

Mas a história continua: quando a contei ao nosso pai e perguntei se sabia quem era tal jogador, ele murmurou uma coisa imperceptível, que não sabia bem, mnh, mnh, mnh. Muito estranho mas nós topámo-lo logo: de certeza que é um jogador BOM do BENFICA, uma combinação que deixa os adeptos do Porto eriçadíssimos.

Nota: este é um post que me poderá pôr a dormir na sala por algum tempo. É que a história foi com o pai mas podia ter sido com o marido e ele lê este blog.

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