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O melhor do fim de semana

por titi, em 31.03.14

Tivemos um belo de um fim-de-semana cujo epicentro foi a comemoração dos 8 anos deste gajito, em Lisboa. Deu para ir à depilação eléctrica que só faço num sítio e é lá, a umas lojas que não temos no Porto, almoçar ao Nosolo de Belém, jantar fora com o marido, mas o mais importante de tudo foi o aniversário do meu sobrinho Francisco, que envolveu várias comemorações no domingo.

Para o almoço em casa dos avós, ele convidou um amigo da escola. Quando iam no carro, o Francisco, o amigo e a mãe (que é a Checa deste blog), a dita mãe ouviu uma conversa que me interessou muito, vinda do banco de trás. Desafio-a a contar aqui no estaminé o que ouviu o Francisco a dizer ao outro.

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NY na margem sul

por titi, em 31.03.14

''Sou a estátua da liberdade'', gritava o Vasco, empoleirado em cima do pai com um braço muito esticado para tecto e um penduricalho na mão em jeito de tocha. O António, menos erudito, perguntou-lhe ''o quê, aquela coisa em Almada?''.

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Podemos ir mais vezes a outros países? #1

por titi, em 28.03.14

A viagem a Londres por que os meus pequenos (e nós)  tanto ansiavam veio e foi, num ápice. Foi maravilhosa, depois de descontados todos os momentos de tensão, exaustão e ameaças de castigos e palmadas nos rabos.

Os magníficos preços da Ryanair têm o contraponto dos horários pouco cómodos para quem viaja com miúdos. Tirámo-los da cama às três e meia da manhã, muito alegres e enérgicos para um voo que chegou a Londres às nove. O António já é bastante experiente nestas lides - embora não tenha a rodagem do primo que já andou de hidroavião - e exibia os seus conhecimentos para o irmão. O Vasco nunca tinha andado de avião e adorou tudo. Dormir na viagem? Só nos nossos estafados sonhos.

Como nos tempos que correm, o espaço para o improviso nestas coisas é muito pouco, à chegada foi só apanhar o comboio cujos bilhetes tinhamos comprado em casa e chegar ao centro em pouco mais de uma hora. Teria sido menos não fora uma irritante avaria que nos obrigou a várias mudanças de comboio. A seguir, metro para o estúdio que tinhamos reservado, muito perto do Hyde Park. Dois princípios que praticamos nas viagens com filhos: alojamento com kitchenette e o mais próximo possível dos sítios que nos interessam. Os miúdos não gostaram nada da pequenez do sítio que não dava hipótese de grandes macacadas. Era acanhado, é verdade, mas serviu perfeitamente.

Largar bagagens, umas corridas no Hyde Park, London Eye (que o António carregava no imaginário), Big Ben (estrela do firmamento da imaginação do Vasquinho), um frio de rachar. Mas para eles, o melhor de tudo era mesmo circular em tantos meios de transporte quantos a distância permitisse. Deem-lhes um percurso com 3 mudanças de autocarro e eles ficarão felizes.

Ah, neste dia descobri uma faceta do meu marido com que nunca tinha sido confrontada: uma ida a um restaurante ''all you can eat''.

 

 

 

 

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Parecem limpas mas ...

por titi, em 28.03.14

Quando se olha de perto, há sempre rastos de ranho nas mangas, junto aos punhos.

É das camisolas dos meus filhos (espero que não sejam só os meus) que estou a falar. Quando chego depois de alguns dias fora e vou pôr ordem no esterqueiro de roupa acumulada em que a cómoda do quarto deles se transformou, ponho-me a dobrar polares usados uma ou duas vezes. Olho, miro, não há nódoas na parte da frente, não cheiram a suor de criança, parecem em condições de serem usados outra vez. Olho para as mangas e, invariavelmente, lá está. Um rasto de uma gosma parecida com esta, abundante e já solidificada.

Pimba, polar para lavar.

São só os meus que se assoam às mangas?

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I had a black dog, his name was depression

por Teira, em 26.03.14

 

O que é a depressão? É um estado passageiro? É uma doença grave? Tem resolução? Será que fica para sempre?

Para quem não sofre deste tipo de problema, acredito que é dificil compreender o estado de espirito das pessoas depressivas.

Ora estamos lá "em cima" ora cá "em baixo"!

Existem vários tipos de depressão. Umas mais graves, outras menos. Umas que com o tempo passam e são normais devido a determinadas circunstâncias da vida. Enfim... Mas há aquelas que são crónicas, ou seja, ficam para toda a vida.

Aprendi que o primeiro passo é aceitar e assumir que se tem um problema. Sem isso, é  impossível seguir.

Aprendi que muitas vezes sózinhos não conseguimos resolver o problema, e que o melhor é procurar ajuda profissional.

Aprendi que essa ajuda não serve para curar. Nada cura...A cura está dentro de nós.

Os problemas que estão na base de uma depressão crónica, não desaparecem. Mas com a ajuda devida, aprende-se a encará-los de outra forma.

Aprende-se a controlar determinado número de situações, de sentimentos e principalmente a encarar esses problemas de uma outra forma.

Infelizmente quando a depressão se torna crónica, sabemos que existem alturas no ano, em que a tendência para os sintomas mais graves aparecerem, é mais provável. E também aprendemos que temos que saber usar técnicas para não sermos arrastados para o fundo.

 

Mas não é fácil. Nem falar disso, nem desabafar, nem explicar a quem está de fora os sentimentos, a ansiedade, o desespero, a raiva, o descontrolo, e os sentimentos contraditórios.

 

Deixo-vos um pequeno "grande" filme sobre a matéria.

Está excelente e considero magnifico.

 

Fiquem bem.

 

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=XiCrniLQGYc 

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Não bate a bota com a perdigota

por titi, em 26.03.14

Estou há duas horas numa camioneta onde vou passar mais duas e no rádio de fundo ouve-se uma daquelas rádios com locutores muito animados a quererem ser engraçados mas a serem só ridículos. A seguir ao George Michael passam Wim Mertens. Bué esquisito.

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Arte moderna vista pelos mais pequenos #2

por titi, em 25.03.14

- Olha este quadro, é de um pintor muito conhecido chamado Picasso, já ouviste falar?
- É o Citroen Picasso?

- E o que achas que este quadro representa?
- O Hulk?

 

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Arte moderna vista pelos mais pequenos #1

por titi, em 25.03.14

- Olha António, que maravilha, é de uma pintora portuguesa chamada Vieira da Silva..
- Pintou o Minecraft?

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Igualdade de géneros

por titi, em 23.03.14
Como será ter um marido que não partilha connosco as tarefas domésticas?

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Ainda bem que apareceste

por Checa, em 20.03.14

Acorda num som embalado de quem ainda está no limbo mmmmm. Chama mamã, outras vezes papá, a seguir vem logo o mã (mano). Põe-se em pé na cama de grades, vai abrindo os olhos, devagarinho para se habituar à luz e sorri. Um sorriso de rapazinho feliz, de quem antecipa um dia de grandes descobertas. Estica os bracinhos, pede có (colo) e ali fica, com a cabecita aninhada na covinha do meu pescoço, respiração quentinha, braços a envolve-lo como se o pudesse proteger de tudo para o resto da vida. Quando o pai se junta a nós o abraço alargado fica tão forte que não é sequer derrubável pelo escavão do Bob.

Cansado, não dispensa a chiiii (chuchinha) e a fá (fralda) que encosta à cara qual ansiolítico de efeito imediato.

A maneira como dança, de bracinhos no ar, um olhar de esguelha para confirmar que está a ser apreciado. Sempre a sorrir.

Come bem, ou melhor, come desalmadamente. Quando vê o prato inclina a cabeça para a frente na expectativa de meter a colher na boca mais rapidamente.

E sorri… já disse que está sempre a sorrir e bem disposto?

Os olhos brilham quando o irmão se aproxima. Os olhos do irmão derretem. Quando se reencontram ao final do dia, correm um para o outro e abraçam-se. Não vejo ali ponta de ciúme. “Ó mãe, olha para esta carinha de bebé, coisinha mais querida, até fico emocionado”, “mã, ana cá” (mano, anda cá).

A sorte de ter os avós sempre por perto. Avós babados que lhe dão todo o mimo que ele merece.

Um bebé que demorou a aparecer. Dois bebés ficaram pelo caminho. Lá no fundo sabíamos que a espera ia valer a pena. E como valeu.

Vinte e um meses de alegria.

Já disse que nos põe todos a sorrir?

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